Marcos explica eficiência nos pênaltis e rechaça sorte
São Paulo, SP, 12 (AFI) – O filme se repetiu. Uma década depois da conquista do Copa Libertadores pelo Palmeiras, quando Marcos foi o herói na disputa de pênaltis contra o Corinthians, pela quartas-de-final, o camisa 12 do Verdão foi novamente o protagonista da classificação alviverde. Desta vez nas oitavas-de-final e contra o Sport, ao defender três pênaltis do Leão, nesta terça-feira. Sorte? Não para São Marcos.
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“Nós pedimos para começar batendo, assim poderíamos sair na frente, mas o Mozart foi infeliz na cobrança dele. Mas eu sempre entro com confiança, porque isso não é apenas sorte, é trabalho e treinamento”, disse o goleiro, que comandou o jovem time palmeirense exercendo sua liderança sobre a garotada, e chamando a responsabilidade para si.
Mesmo aos 36 anos e veterano em decisões, o goleiro revelou que ainda sente a pressão. “O Palmeiras tem um time jovem, e eu sabia que hoje seria importante não apenas defendendo, mas também orientando. Antes do jogo é muito pior, porque dá aquele frio na barriga”, explicou Marcos.
Na próxima fase, o Verdão terá pela frente o Nacional, do Uruguai, que se classificou sem precisar entrar em campo. Isto porque o adversário do clube uruguaio seria o San Luís, do México, mas em decorrência da epidemia da gripe suína no país, os dois clubes mexicanos (o outro era o Chivas) abandonaram a disputa.





































































































































