Mandetta, ministro da Saúde que passa credibilidade
Mandetta, ministro da Saúde que passa credibilidade
Mandetta, ministro da Saúde que passa credibilidade
Bola? Assuntos da atualidade estão fracos. Que tal então acessar o áudio Memórias do Futebol, com link à direita do texto do blog.
O focalizado da semana é o ex-zagueiro Chicão, atualmente auxiliar técnico do Boa Esporte de Minas.
Por que ele foi lembrado? Porque, embora zagueiro, foi exímio cobrador de faltas, recurso que o ajudou a totalizar 85 gols na carreira de atleta durante 15 anos.
TIÃO MACALÉ
Na coluna Cadê Você, já foi contada a história do saudoso volante Tião Macalé, do Guarani, agora recapitulada.
Motivo: aquele pulmão de aço nos anos 60 foi vencido pela maldita cachaça. Morreu aos 36 anos de idade.
MANDETTA

Serenidade do ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (foto) é um exemplo de como deve conduzir autoridade federal na área, ao comunicar com clareza o estágio do coronavírus no Brasil.
Mandetta trata a crise com a devida seriedade. Revela cuidados que todos devem adotar. Alerta sobre a escala ascendente de contaminação até que o pico seja atingido. Também concorda quando autoridades decidem colocar as pessoas em quarentena, nos locais em que o vírus já fugiu do controle, com transmissão comunitária.
Todavia, no boletim deste domingo, habilmente alertou para que avaliemos autoridades públicas municipais que fazem uso político do vírus.
Citou exemplo até de cidade com característica rural, sem registro de um caso sequer do coronavírus, em que agente de saúde radicaliza em decisão de fechar tudo, inclusive bloqueio de transporte coletivo.
Mandetta repete informação sobre incidência de maior risco de contaminação do vírus na população mais envelhecida.
Quiçá o bom exemplo de Mandetta seja seguido por secretários de governos estaduais e municipais, para o enfrentamento da situação.





































































































































