Que a Ponte Preta irremediavelmente seria derrotada diante do Juventude, até o seu mais fanático torcedor tinha essa convicção.
E dentro de um princípio de racionalidade, ser goleada por 3 a 0, na manhã/tarde deste domingo, nada de anormalidade à Ponte Preta.
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 14 (AFI) – Que a Ponte Preta irremediavelmente seria derrotada diante do Juventude, até o seu mais fanático torcedor tinha essa convicção.
E dentro de um princípio de racionalidade, ser goleada por 3 a 0, na manhã/tarde deste domingo, nada de anormalidade.
Não pelo fato de o jogo ter sido realizado em Caxias do Sul.
Se o palco fosse Campinas, provavelmente nada seria diferente, na continuidade desta Série B do Brasileiro.

ARBITRAGEM CONFUSA
Esse jogo teve um componente que não estava no script: a péssima arbitragem do paranaense Kleber Ariel Gonçalves Silva.
Ele deixou de marcar pênalti favorável à Ponte Preta em bola que tocou na mão de Aderlan, do Juventude.
Todavia, anulou aquele que seria o gol de Marcos Paulo, quando, chamado pelo VAR para revisão do lance, a constatação teria sido de impedimento.
E ainda no primeiro tempo, marcou pênalti inexistente numa disputa de bola normal entre o zagueiro pontepretano Palacios e Alisson Safira, aos 50 minutos.
Aí, o próprio Safira se encarregou da cobrança e praticamente recuou a bola para o goleiro Diogo Silva praticar a defesa, sem rebote.

Foto: Fernando Alves – ECJ
FALHAS DEFENSIVAS
Agora vamos às falhas corriqueiras da Ponte Preta para sofrer gols e não criar absolutamente nada ofensivamente. No primeiro gol, aos 13 minutos, o atleta MP finalizou como quis.
No segundo, aos 29 minutos, passe de Fábio Lima para MP concluir.
Aos sete minutos do segundo tempo, bola cruzada da esquerda por Diogo Barbosa e mal rebatida por Porfírio, dentro da área, facilitou a conclusão de Fábio Lima.

DIOGO SILVA PRATICA DEFESAS
Não contasse a Ponte Preta com o goleiro Diogo Silva, o placar seria mais elástico.
Além de ter defendido o pênalti, evitou gols em dois arremates de Raí e outra finalização aos 12 minutos do primeiro tempo, sem que fosse identificado o atleta do Juventude na jogada.
Como o placar estava consolidado para o mandante no segundo tempo, houve diminuição daquele ímpeto ofensivo.
E nem por isso a Ponte Preta conseguiu a mínima organização, apesar das mudanças feitas na equipe.
DAVID DA HORA E BRANDÃO
Ainda no intervalo, saíram os atacantes David da Hora e Brandão, no time pontepretano.
A rigor, ambos sequer deveriam ter sido escalados, e deram vagas para Miguel e Kevyson.
Depois foi sacado o lateral-direito Thalys para a entrada de Júlio, uma troca de seis por meia dúzia.
E para completar, a expulsão correta do zagueiro Palacios – que já estava ‘amarelado’ – e cometeu falta para matar contra-ataque do Juventude, em lance que começou com perda de bola de Júlio, no ataque.
Tudo já evidenciava que o estreante treinador Márcio Zanardi terá terrível desafio para o mínimo alinhamento de uma estrutura totalmente desalinhada do futebol da Ponte Preta.
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CANAIS FUTEBOL INTERIOR
Este jogo foi transmitido pelos Canais Futebol Interior: Rádio WEB e também no @futebolinterioroficial . A narração foi de Marcelo Corsato, comentários de Frank Francisco e ancoragem de Carlos Corsato.





































































































































