Mais um reforço! Ponte confirma retorno de velho ídolo
O pontepretano já aceitou o convite da diretoria e deverá começar suas atividades como auxiliar da comissão técnica na quinta-feira. Campinas, SP, 15 (AFI) – Não é só o elenco da Ponte Preta que está sendo reforçado nesta fase de preparação para o Campeonato Brasileiro da Série B. A diretoria de futebol da Macaca também receberá mais um integrante nessa semana. Trata-se de Monga (foto), ex-atacante do clube, que deixou seu nome marcado na memória da torcida alvinegra.
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Para o diretor de futebol, a vinda de mais um ex-jogador da Ponte para fazer parte do futebol profissional é muito positiva.
“Nós da diretoria montamos um projeto para que o Monga pudesse trabalhar com a comissão técnica profissional, além de fazer também o papel de observador de novos talentos e jogos de adversários. Ele também estará à disposição para dar apoio às categorias de base da Ponte”, explicou o diretor de futebol profissional, Oscar Sales Bueno Filho, o mestre Dicá.
“Esse vínculo de jogadores que fizeram história na Ponte Preta é sempre bom de ser valorizado. A instituição está resgatando pessoas que fizeram coisas positivas no passado do time e que hoje são ótimos profissionais que podem trabalhar com o coração para o crescimento da equipe. O Monga é um ídolo da torcida, tem o perfil da Ponte” comentou.Quem é Monga?
Todos gostam de ver craques em campo. E muitas vezes, quando os jogadores de maior habilidade técnica não resolvem um jogo importante, surge como craque o jogador mais voluntarioso. Com um perfil guerreiro, de quem não desistia de uma bola por mais impossível que parecesse, o atacante Monga conquistou um espaço na memória dos pontepretanos, bem como na história do clube.
Gilberto Manoel de Almeida, nascido em 14 de março de 1965, ganhou o apelido em referência à “Monga – A mulher Gorila”, uma atração de sucesso em parques de diversões. Bem-humorado, Gilberto não considerou o apelido ofensivo e até demonstrou gostar da brincadeira em diversas oportunidades.O gol que levou Monga de uma vez para a história da Ponte Preta foi em 1989, contra o Taquaritinga, na primeira partida que decidia o acesso à Primeira Divisão do Campeonato Paulista. O lance começou com uma reposição de bola feita pelo goleiro João Brigatti. A bola caiu nos pés de Monga, que dominou, tirou um adversário, partiu em velocidade e, ao ver o goleiro do Taquaritinga saindo da área, deu um toque por cima do arqueiro, pegou a bola na frente e marcou um golaço.
“Quase entrei com bola e tudo”, disse o ex-atacante ao relembrar do lance.Mas não só lances bonitos, como o gol citado, vêm à memória do torcedor quando ouve o nome do jogador. A imagem maior de Monga é a do atleta lutador, do homem que “comia grama” e sabia honrar a camisa da Ponte quando estava em campo.
Depois de encerrar a carreira como jogador, Monga já havia tido teve uma nova passagem pelo Estádio Moisés Lucarelli como treinador do time de base, onde ajudou a revelar alguns dos novos profissionais da Ponte.





































































































































