LUTO! Morre ícone da Ferroviária na década de 70
Araraquara, SP, 11 (AFI) – A Ferroviária e a cidade de Araraquara amanheceram de luto nesta segunda-feira. Faleceu na noite de domingo, aos 72 anos, Armando Ribeiro da Silva, o Armandão (foto), um dos funcionários mais antigos da Ferrinha.
Armandão sofreu um infarto e não resistiu. Seu corpo está sendo velado na Sala 1 do Velório Municipal de Araraquara. O enterro está marcado para às 16h30, no cemitério São Bento, em Araraquara.
Armandão foi massagista da Associação Ferroviária de Esportes (AFE) por mais de duas décadas. Depois ele passou a trabalhar no departamento de fisioterapia da Fonte Luminosa. Armandão iniciou sua trajetória na agremiação em 1973, quando foi admitido pelo departamento de futebol. Bruno Ópice, um dos diretores de futebol da época, relembra com carinho da admissão de Armandão.
“Lembro-me quando admitimos o Armandão para ser o massagista do clube, em 1973. Ele chegou e iniciou sua aprendizagem com a função de massagista. Recordo que logo no início ele fez um curso de enfermagem na Beneficência e começou seu fantástico trabalho como massagista da AFE”, recorda Ópice.
Durante os mais de 30 anos como funcionário da Ferroviária, Armandão presenciou momentos históricos de alegrias e tristezas. Viu equipes fantásticas e outras não tão qualificadas. Passou por momentos de euforia e de baixo astral. Cuidou de atletas como Bazzani, Pio, Dudu, Téia, Douglas Onça, Mauro Pastor, e de atletas que recentemente passaram pela sala de fisioterapia da Fonte Luminosa, como Vágner, Thiago Costa, Renato e Francisco Alex.
Na década de 70, Armandão foi convidado pelo técnico Vail Mota a participar da excursão que a Seleção Paulista de Futebol faria na Ásia. Ele não titubeou e aceitou com orgulho.
“O Armandão sempre foi uma pessoa que trabalhou em prol da Ferroviária. Um funcionário prestativo, eficaz e que sempre estava disposto a ajudar o clube. Ele, sem dúvida, jamais será esquecido por o que fez pelo clube e pelo futebol de Araraquara”, finaliza Bruno Ópice, que trabalhou com Armandão durante os mais de 30 anos em que serviu à Ferroviária.
Descanse em paz!





































































































































