Luto! Morre Adésio de Almeida, ex-atleta e técnico do Barretos
Ele estava vivendo em uma casa acolhedora de idosos no interior, onde era muito bem cuidado e recebia a visita de amigos do esporte
Adésio de Almeida, que defendeu por muitos anos as cores do tradicional Touro do Vale, morre aos 93 anos
Por: Oscar Silva
Barretos, SP, 13 (AFI) – Faleceu nesta segunda-feira (13), em Barretos, no interior do Estado de São Paulo, aos 93 anos, o ex-jogador e treinador do Barretos Esporte Clube, Adésio de Almeida, que defendeu por muitos anos as cores do Touro do Vale, como atleta e como técnico por seis temporadas.
Ultimamente, Adésio estava vivendo em uma casa acolhedora de idosos em Barretos, onde era muito bem cuidado e recebia frequentemente a visita de ex-atletas e amigos do esporte.
CARREIRA!

Atuando como aspirante no Fluminense-RJ e no Tupi-MG, onde fez grandes campeonatos, foi convocado para a Seleção Mineira para a disputa do Campeonato de Seleções. Em seguida, foi contratado pelo Cruzeiro-MG. Em 1957, foi convidado pelo saudoso treinador João Avelino a vestir a camisa do América de São José do Rio Preto, passando posteriormente por Noroeste e Ferroviária de Botucatu.
Em 1965, foi contratado pelo Barretos Esporte Clube, participando, inclusive, da final na época contra o Bragantino. Aos 33 anos, encerrou sua carreira no BEC.
CARREIRA DE TREINADOR!
Já em 1967, atendendo a convite da diretoria do BEC, assumiu o cargo de técnico do Barretos. Um ano depois, levou a equipe às finais do acesso, no Pacaembu, diante de adversários como Paulista de Jundiaí, Ponte Preta, Bragantino, Francana e Ferroviário de Araçatuba, com o time de Jundiaí conquistando o acesso.
A equipe de 1968 tinha como destaques jogadores como Brida, que foi para o Juventus, e Bezerra, que atuou por Guarani e São Paulo, sendo campeão brasileiro em 1977, entre outros.
TEM MAIS NAS QUATRO LINHAS!
Ainda nas quatro linhas, Adésio de Almeida comandou, além do Barretos (seis vezes), as equipes de Araçatuba, Grêmio Sãocarlense (quatro vezes), Rio Preto e XV de Piracicaba (três vezes), entre outras da região noroeste do estado. Seu último trabalho foi no XV de Piracicaba, na década de 1990, quando, por problemas de saúde da esposa — que veio a falecer posteriormente —, deixou o futebol.





































































































































