Lages, RS, 26 (AFI) – O ex-lateral do Grêmio, Cláudio Radar, morreu na última quinta-feira aos 56 anos, na cidade de Lages, na Serra Catarinense. O ex-jogador sofria de Mal de Parkinson desde 2003 e vivia quase que abandonado pela família e por amigos.
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Batizado Cláudio Roberto Gomes, Radar estava internado desde o último dia 19 de dezembro no Hospital Nossa Senhora dos Prazeres. O caixão foi coberto com uma bandeira e duas camisas do Internacional de Lages. O sepultado aconteceu no Cemitério Parque da Saudade.
Além do Tricolor gaúcho, ele defendeu as cores do Sport-PE, Atlético-PR, Brasil de Pelotas-RS, São Paulo-RS e Inter de Lages. Radar deixou três filhos.
Mais detalhes da carreira de Cláudio Radar
No Grêmio, no início da década de 1970, participou de times que tinham, entre outras formações, a seguinte: Picasso; Cláudio Radar, Anchieta, Beto Bacamarte e Jorge Tabajara; Carbone (Carlos Alberto Rodrigues) e Humberto Ramos, Carlinhos, Oberti, Mazinho e Loivo.
No Atlético Paranaense, em 1976, por exemplo, formou em um time que tinha Altevir; Marinho, Gilberto, Alfredo e Cláudio Radar; Gerson Andreotti e Rotta; Nilton Batata, Evans, Tião Marçal e Nenê, tendo como treinador Geraldo Damasceno e Lauro Burigo, entre outros. Cícero, Belga, Ladinho, Catinha, Bira Lopes, Tadeu, entre outros, também atuaram no Atlético de 1976 e 1977 junto com Cláudio Radar.
No final de carreira, em 1980, jogou no São Paulo, de Rio Grande, no interior gaúcho, na única vez que o time disputou o Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão. No time do São Paulo, além de Radar, poucos jogadores conhecidos como o meia Vergara, que jogou no Grêmio, o folclórico Astronauta e o treinador Antônio Laone, ex-ponta do Guarani e que dirigiu vários times do interior paulista, gaúcho, baiano e capixaba.
Antes, em 1979, também sob o comando de Laone Luz, disputou o Brasileirão com o Brasil de Pelotas, tendo como companheiro o ponta direita Flecha, que jogou na Seleção Brasileiro em 1976 e defendeu Grêmio-RS, América-RS e Guarani.