Luto! Com apenas 52 anos, morre ex-lateral do Palmeiras, Guarani e Santos
Ditinho foi vítima de um tumor no cérebro, que tirou a vida ainda jovem do ex-lateral
O ex-lateral do Palmeiras, Guarani e Santos, Ditinho, de apenas 52 anos, morreu neste domingo, em Osasco, na Grande São Paulo, onde vivia após encerrar a carreira. Ditinho tinha um tumor no cérebro e não resistiu após duas semanas de internação.
Campinas, SP, 16 (AFI) – O ex-lateral do Palmeiras, Guarani e Santos, Ditinho, de apenas 52 anos, morreu neste domingo, em Osasco, na Grande São Paulo, onde vivia após encerrar a carreira. Ditinho tinha um tumor no cérebro e não resistiu após duas semanas de internação.

Revelado nas categorias de base do Palmeiras, Ditinho foi titular do “Verdão” no início dos anos 1980, em uma época em que o Palmeiras tinha equipes muito contestadas e, como santo de casa não faz milagre, Ditinho acabou sendo negociado e vendido para o São José, onde continuou fazendo boas exibições, chamando a atenção do Guarani, que na época era time de grande potência.
Na sua fase de Palmeiras, realizou mais de 150 partidas nos anos 1980 e jogou em um time que tinha como base Ivan (Martorelli); Ditinho, Wágner Bacharel, Márcio Alcântara e Denys; Gerson Caçapa, Paulinho, Mendonça e Jorginha; Mirandinha e Edmar.
Depois, no São José, Ditinho fez uma grande campanha no Campeonato Paulista de 1988, sob o comando do iniciante treinador Émerson Leão, jogando em um time que tinha Rafael; Ditinho, Gilson Jáder, André Luiz e João Luiz; Dorival Junior, Tonho Gil e Henrique; Pitico, Marcos Vinícius e Mané.
Em 1989, foi contratado pelo Guarani em uma troca com o São José, com o time campineiro mandando para o Vale do Paraíba o lateral Marquinhos Capixaba e o atacante Tony.
No Guarani formou em um time comandado pelo treinador Evaristo de Macedo, que tinha como base Sérgio Nery; Ditinho, Vitor Hugo, Pereira e Albéris; Charles Guerreiro, Jorginho (Tozin) e Wagner Mancini (Zenon); Tato, Washington e João Paulo.
Ditinho ainda jogou em outras equipes importantes como Ferroviária, Coritiba e Santos, além de ter jogado no Goytacaz, quando o time era respeitado no interior carioca.
A última camisa que o ex-lateral Ditinho vestiu foi a do Nacional, da Capital, onde encerrou a carreira em 1996, passando a trabalhar em uma empresa na Região do CEAGESP, em São Paulo. Em 2007, Ditinho já não vinha bem da saúde e após um AVC, passou a não mais trabalhar vivendo em Osasco de uma aposentadoria.





































































































































