Lutando contra o rebaixamento, Ponte Preta terá três mudanças no time titular
O time de Eduardo Baptista terá mudanças no setor defensivo e no meio-campo contra o Vitória
O time de Eduardo Baptista terá mudanças no setor defensivo e no meio-campo contra o Vitória
Campinas, SP, 25 (AFI) – Embora tenha assegurado que que a Ponte Preta está preparada para barrar as principais jogadas do Vitória nesse domingo, em duelo direto na luta contra o rebaixamento do Brasileirão, Eduardo Baptista não quis confirmar a escalação e tentou despistar. Mas ele deve ter três mudanças em relação à formação que iniciou o jogo e perdeu para o Fluminense, por 2 a 0, no Maracanã.
Na defesa, com o veterano Rodrigo, de 36 anos, recuperado de uma lesão na perna direita, deve entrar na vaga de Yago e formar dupla com Luan Peres, que trabalha bem pelo lado esquerdo e dá mais segurança ao improvisado lateral Jeferson.
No meio-campo, sem Naldo, expulso, é certa a volta de Elton, que cumpriu suspensão automática. E como, no entender do técnico, Fernando Bob entrou bem no Rio de Janeiro, ele deve ganhar a vaga de Wendel, que voltaria a ser opção no banco de reservas. Afinal tem 36 anos e joga num ritmo inferior aos demais companheiros.
Mesmo marcado pela torcida e criticado pela Imprensa, o meia Léo Artur continua como titular, inclusive, confirmado pelo técnico. Segundo Baptista, o Léo Artur é quem “melhor faz o trabalho de recomposição no meio-campo, ajudando bem na segunda linha de marcação”.
No ataque, continuam Léo Gamalho, opção aérea, e Lucca, artilheiro do time com 11 gols e 122 na temporada. Mas não anda numa boa fase, tanto que passou o posto de cobrança de pênaltis para Danilo Barcelos. O último gol do atacante foi marcado na 31.ª rodada, de cabeça, na vitória de 1 a 0 sobre o Corinthians, justamente o time que detém seus direitos federativos.
Até por conta disso, o técnico Eduardo Batista irá mandar a Ponte Preta a campo nesse domingo com a seguinte formação: Aranha; Nino Paraíba, Rodrigo, Luan Peres e Jeferson; Fernando Bob, Elton, Danilo Barcelos e Léo Artur; Lucca e Léo Gamalho. Técnico: Eduardo Baptista.
RENATO CAJÁ, DE ‘CHINELINHO À ESPERANÇA; SHEIK DE HERÓI A VILÃO
A melhor opção e esperança ficará no banco de reservas: o meia Renato Cajá. Ele entrou nos últimos três jogos durante o segundo tempo, mas desta vez está preparado para entrar no intervalo. Desde que seja necessário. Em tese, entraria na vaga de Léo Artur ou até na vaga de algum volante.
Outrora ídolo, Emerson Sheik virou um vilão as 40 anos. Ele teria se desentendido com a comissão técnica por chegar várias vezes atrasado nos treinamentos. Por isso, teria sido afastado.
Não treina com o grupo e continua no departamento médico, sem previsão de melhora ou de volta. No momento em que a sua experiência poderia fazer a diferença. Parece ter chegado ao fim da linha no clube, maior prejudicado nesta história.





































































































































