Lola, passagens por Guarani e Ponte Preta
Lola, passagens por Guarani e Ponte Preta
Lola, passagens por Guarani e Ponte Preta
O ex-zagueiro Brito, tricampeão mundial pela Seleção Brasileira no México, tomou o drible mais estonteante na carreira de atleta quando defendia o Botafogo do Rio de Janeiro no dia três de outubro de 1973, portanto lá se vão 43 anos, naquele empate por 1 a 1 pelo Campeonato Brasileiro. Quem protagonizou dois dribles secos foi o então ponta-de-lança Lola que jogava pelo Guarani, em partida noturna no Estádio Brinco de Ouro, em Campinas.

Ainda no primeiro tempo, no gol dos portões de entrada, Lola dominou a bola pela meia-esquerda, quase na entrada da grande área, arrancou em direção de Brito, aplicou-lhe um drible seco por dentro, e, incontinente, outro por fora. E Brito, pernas bambas, desequilibrado, parecia um pugilista grogue que saiu catando cavaco.
A ‘plástica’ do lance já valeu o preço do ingresso, nos tempos em que o time do Guarani era formado por Tobias; Wilson Campos, Amaral, Alberto e Bezerra; Flamarion e Alfredo; Jader, Lola, Clayton e Mingo.
A partir da transferência ao Guarani, Raimundo José Correa, o Lola, se transformou num nômade do futebol. Foram pouco mais de quatro anos no futebol mexicano em América e Tigre.
PONTE PRETA
Na Ponte Preta em 1981, participou do time que chegou à semifinal do Campeonato Brasileiro e foi eliminado diante do Grêmio, mesmo com vitória por 1 a 0 no Estádio Olímpico, com recorde de público no local: 85.721 pagantes. Eis o time pontepretano da época: Carlos; Edson, Juninho, Nenê e Odirlei; Zé Mário, Humberto e Osvaldo; Celso, Lola e Serginho.
Depois ele acusou passagens por Sport Recife, Grêmio Maringá e Botafogo de Ribeirão Preto, onde encerrou a carreira de atleta.
Lola começou a construir a sua história no futebol a partir de 1967 no Atlético Mineiro, onde ficou por seis anos e conquistou o título brasileiro de 1971, num time treinado pelo saudoso Telê Santana e formado por Renato; Humberto Monteiro, Grapete, Vantuir e Oldair; Vanderlei e Humberto Ramos; Ronaldo, Lola, Dario e Tião. Ele também entrou para a história do Estádio Mineirão por ter marcado o milésimo gol.
O habilidoso Lola se autodenominava ‘meio-campo criador’ e ainda mantém ligação com o Galo mineiro atuando como olheiro. Em Ribeirão Preto, optou por moradia em um sítio. Também é professor universitário de educação física.





































































































































