Libertadores: São Paulo não tem bons números como visitante

São Paulo, SP, 17 (AFI) – Quando dirigia o São Paulo, o técnico Telê Santana sabia como vencer a Copa Libertadores da América. “Basta vencer seus jogos em casa e conquistar pontos fora”, dizia o Mestre. Passados 14 anos desde a suja saída do Morumbi, o Tricolor parece ter aprendido bem a sua lição.

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Um dia antes de enfrentar o Defensor, do Uruguai, pela terceira rodada da Libertadores, o São Paulo tenta manter o bom desempenho em solo uruguaio. Em quatro partidas no país vizinho, o Sampa venceu duas vezes, empatou uma e perdeu outra partida.

Na última vez em que pegou um time uruguaio, o São Paulo eliminou o Nacional-URU, nas oitavas-de-final da Libertadores do ano passado. Fora de casa, um empate sem gols. Depois, no Morumbi, os são-paulinos venceram por 2 a 0, gols de Adriano e Dagoberto.

História e curiosidades
Em 14 participações na Libertadores, o São Paulo já jogou em 10 países diferentes (os outros nove países sul-americanos que disputam o torneio e mais o México). Na maioria deles, o número não é tão positivo quanto parece.

Na história, o São Paulo fez 51 jogos como visitante. A equipe do Morumbi conquistou 16 vitórias e arrancou 16 empates, além de ter sido derrotado 19 vezes. O aproveitamento é de 41,8% dos pontos. Entretanto, em alguns países, o Tricolor tem um belo desempenho.

O São Paulo não sabe o que é perder em quatro destes países: Peru (quatro vitórias e um empate), Bolívia (duas vitórias e três empates), Venezuela (duas vitórias) e Colômbia (quatro empates e uma vitória). Em contrapartida, o time nunca venceu no Equador. Foram três partidas, com um empate e duas derrotas.

O retrospecto é negativo em outros quatro países. A pior campanha é na Argentina: em nove jogos, o Tricolor venceu apenas um, e foi derrotado em sete. No Paraguai, foram duas derrotas em quatro jogos. No Chile, quatro derrotas em dez partidas. Já no México, duas derrotas em três jogos.