Libertadores: Muricy Ramalho nega possibilidade de assumir São Paulo: "Não quero mais"
"Fico muito agradecido à torcida, que tem um carinho enorme por mim, nas redes sociais também", disse o comentarista do SporTV
"Fico muito agradecido à torcida, que tem um carinho enorme por mim, nas redes sociais também", disse o comentarista do SporTV
São Paulo, SP, 14 (AFI) – A eliminação do São Paulo para o Talleres, da Argentina, ainda na segunda fase preliminar da Copa Libertadores fez com que o técnico André Jardine fosse um dos mais pressionados pela torcida. Além disso, os tricolores pediram pela volta de Muricy Ramalho, ídolo tanto como jogador quanto como treinador.
Como meio-campista, conquistou o Paulistão de 1975 e o Brasileirão de 1977. À frente da equipe, venceu a Copa Conmebol de 1994, como o famoso ‘Expressinho’, a Copa Master da Conmebol de 1996 e o tricampeonato do Brasileirão, entre 2006 e 2008. Ele também foi responsável por evitar o rebaixamento para a Série B, em 2013.
“Realmente eu vi sim, fico muito agradecido à torcida do São Paulo, que tem um carinho enorme por mim, nas redes sociais também. Claro que é um momento de dificuldade muito grande, são muitos anos que não ganha um título. Passei por lá por um bom tempo e ganhei títulos. Isso fica na história. A torcida do São Paulo está realmente chateada, muito chateada há algum tempo”, afirmou ao Troca de Passes, programa do SporTV, canal no qual atua como comentarista.

Ele ainda criticou as constantes trocas no comando técnico, alertando que só isso não é suficiente para colocar um clube no rumo das vitórias.
“A gente tem que rever isso. Não adianta só o técnico, já mudaram o técnico por 10 anos e não aconteceu nada. Não, não (se aceitaria voltar). Eu estou muito bem aqui no SporTV. Não quero mais ser treinador, já falei isso diversas vezes. Recebo convite toda hora, mas não quero mais. Com certeza não é só o técnico”, contou.
Muricy Ramalho finalizou analisando a atuação são-paulina no empate sem gols desta quarta-feira, resultado que, somado aos 2 a 0 para os argentinos, na semana passada, custou a eliminação.
“Hernanes não conseguia pegar a bola de frente em momento algum, ele tinha que jogar de lado ou para trás. O Everton não conseguiu girar, poucas vezes pegou um mano a mano. O Helinho que conseguiu algumas jogadas, mas a marcação do Talleres foi muito boa. Talvez faltou mais movimentação do Pablo, do Diego, mas o setor de criação do São Paulo estava muito bem marcado”, completou.





































































































































