Lateral-esquerdo com Ceni, Buffarini diz que fica mais à vontade na direita do São Paulo

Contratado no ano passado após insistência do técnico Edgardo Bauza, ele chegou ao Morumbi com fama de polivalente

Contratado no ano passado após insistência do técnico Edgardo Bauza, ele chegou ao Morumbi com fama de polivalente

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São Paulo, SP, 01 – Ao desenhar seu elenco para o início da temporada, o técnico Rogério Ceni fez uma aposta arriscada. Abriu mão de Mena, titular da seleção chilena, e descartou Reinaldo, Carlinhos e Cortez, todos cedidos a times rivais. Ficou só com um jovem que nunca disputou uma partida oficial pelo clube, Junior Tavares, e com um lateral-direito.

Contratado no ano passado após insistência do técnico Edgardo Bauza, Buffarini chegou ao Morumbi com fama de polivalente, que atua nas duas laterais e como volante. No elenco do São Paulo, porém, ele é lateral-esquerdo, ainda que só saiba jogar com a perna direita.

Nesta quarta, ele admitiu o incômodo, mas se colocou à disposição para ajudar onde for chamado. “Me sinto mais confortável pela direita porque não tenho que cruzar com o pé esquerdo, mas falei com o técnico e disse que ele pode contar comigo tanto na direita como na esquerda, ou mesmo no meio de campo. A verdade é que estou muito contente, porque me sinto bem na lateral esquerda. Eu precisava de uma boa pré-temporada, e felizmente tem sido assim”, festejou o jogador.

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Em sua primeira entrevista coletiva no ano, ele elogiou o trabalho de Rogério Ceni. “O trabalho em pouco tempo que vi do Rogério é muito bom, interessante, dinâmico, constantemente com pressão e exige jogar muitas vezes no mano a mano para ter mais jogadores para atacar. Mas assim como te obriga a atacar, também obriga a defender. E estamos fazendo bem. Isso se reflete nos resultados. Temos aproveitado bem a pré-temporada e vamos fortalecer o elenco”, opinou Buffarini.

Depois de descansar na terça, o elenco se reapresentou nesta quarta-feira para a última etapa da pré-temporada antes da estreia no Campeonato Paulista, domingo, contra o Audax, em Barueri. Divididos em três grupos, os atletas realizaram diferentes trabalhos técnicos.

Na segunda parte da atividade, com metade do campo e divididos em três equipes, os jogadores fizeram um novo trabalho técnico: dois times se enfrentavam, e o vencedor permanecia no gramado para enfrentar a outra equipe. Depois, na última parte do treino, os atletas atuaram em uma espécie de labirinto formado por estacas para forçar a movimentação.