Kleina erra de novo, mas Roger salva Ponte no final
Kleina erra de novo, mas Roger salva Ponte no final
Kleina erra de novo, mas Roger salva Ponte no final
Alô Gílson Kleina, treinador da Ponte Preta: não bastasse ter errado antes, durante e depois naquela derrota de 2 a 1 diante do Operário de Ponta Grossa, por que abusar de erro de novo, com o diferencial que neste empate alcançado em cima da hora contra o Paraná, em Curitiba, por 1 a 1, exclui-se o ‘depois’.
Nesta partida, por carência de opções da Ponte no meio de campo, a lógica indicava ser prudente as estreias do volante Lucas Mineiro e meia Renato Cajá, em companhia do volante Édson.
Explique então, Kleina, por que escalou Gérson Magrão?
Pra compactar o meio de campo e através do toque fazer a bola chegar nos atacantes Roger e Vico?
Sem entrosamento dos citados jogadores e com Mineiro fora de ritmo, claro que esse quarteto não ditaria o ritmo da partida.
O agravante ao escalar Magrão é que a Ponte ficou sem o jogador de beirada para a cobrada recomposição, e sem alguém que incomodaria a defesa do Paraná, atacando.
No primeiro tempo o Paraná explorava o lado direito de seu ataque com frequentes descidas do lateral-direito Éder Sciola – sem o devido acompanhamento de Magrão -, e a situação se agravava porque o atacante Bruno Rodrigues, do Paraná, jogava bem aperto pelo setor, e o improvisado zagueiro Trevisan na lateral-esquerda marcava à distância, em decorrência do hábito de se posicionar na zaga.
IVAN SALVA
Em jogada pelo setor, faltou pouco pra Ponte não sofrer gols. Na hesitação do zagueiro Renan Fonseca, Jenison cabeceou e obrigou o goleiro Ivan a praticar difícil defesa.
Isso já seria o bastante pra Kleina sacar Magrão no intervalo e colocar em campo um rápido atacante de beirada, caso de Dadá, pra evitar descidas de Sciola, e assim criar embaraço à defensiva adversária.
Pois tudo continuou com Dantes, no Quartel de Abrantes, e em cruzamento de Sciola, falha de Renan Fonseca – sem tempo de bola – e cabeçada de Jenison, o Paraná marcou aos 15 minutos.
Aí a Ponte entrou em parafuso e, fosse o Paraná um time com mais qualidade, e sem mostrar claro desgaste físico na metade do segundo tempo, teria ampliado o placar e definido a partida.
ROGER NO FINAL
Kleina foi mexendo ali e acolá, basicamente pra dar satisfação de que não estava inerte.
Na prática o time não melhorou, mas foi premiado na única real oportunidade de gol, assinalado por Roger aos 47 minutos, ao arriscar chute de média distância: 1 a 1.
Indefinição de quem deve ser fixado na lateral-direita tira confiança de jogadores. Inseguro – com o entra e sai -, lateral Arnaldo fez a pior partida pela Ponte, pecando até defensivamente.
De positivo é a perspectiva de crescimento do futebol de Cajá, que por ora optou pelo posicionamento de organizador na meiúca, e raramente ‘pisou’ na área adversária.
Já passou da hora de o gerente de futebol Gustavo Bueno ser mais participativo na programação da equipe pontepretana para jogos, a fim de que sejam evitados equívocos clamorosos do treinador.
Quanto ao Paraná, é de que se questionar como conseguiu esse montão de pontos, considerando-se uma equipe apenas voluntariosa.





































































































































