Jorginho tenta segurar a "cabeça" da Ponte Preta para tentar o impossível
Macaca está cansada, sem condições de enfrentar seus adversários em condições iguais
De maneira consciente e inteligente o técnico Jorginho Campos achou uma forma de reanimar aos seus jogadores logo após a derrota para o Goiás, por 2 a 0, nesta quarta-feira à noite, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia, pela 34.ª rodada.
Goiânia, GO, 13 (AFI) – De maneira consciente e inteligente o técnico Jorginho Campos achou uma forma de reanimar aos seus jogadores logo após a derrota para o Goiás, por 2 a 0, nesta quarta-feira à noite, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia, pela 34.ª rodada do Campeonato Brasileiro. A fraca campanha tem dois grandes responsáveis: o presidente Márcio Della Volpe e o ex-executivo de futebol Ocimar Bolicenho, contratado com um curriculo ruim e que deixou a Macaca numa situação delicadíssima no Brasileirão.
“O sentimento de todos nos vestiários é de frustração, de muita tristeza. Mas nada é impossível. Não é a hora de jogar a toalha, mas de manter a cabeça no lugar, porque ainda vamos fazer mais quatro jogos e tudo pode acontecer. Além disso, ainda temos as semifinais da Copa Sul-Americana”, resumiu o treinador.
Mas Jorginho reconheceu que o aperto ficou maior:
“A situação está apertando cada vez mais, a corda está apertando o pescoço e chega num momento que fica quase impossível”, reconhece.
O que determinou a nova derrota:
“Foram os detalhes. O jogo estava controlado, mas o Goiás aproveitou de nossa falha. Depois de tomarmos o primeiro gol eles se aproveitaram e marcou o segundo gol. No segundo tempo nós melhoramos com as entradas do Rildo e do Ratão, criamos chances, mas os gols não saíram. Infelizmente”.
REVOLTA NATURAL
Sobre a discordância de William ao ser substituído no segundo tempo e bastante irritado, Jorginho Campos minimizou um eventual atrito.
“Com certeza, o William deve estar decepcionado com ele mesmo, porque todos nós queremos acertar e às vezes não conseguimos. O momento é muito ruim”, completou.
O técnico ainda lembrou de dividir sua decepção com a torcida pontepretana.
“Temos que pedir desculpas, porque ela tem nos apoiado e sabendo de nossas limitações físicas e técnicas” e lamentou também o fato de que a Ponte não deve eceber o São Paulo, dia 27, no jogo de volta das semifinais da Sul-Americana.
“Está é uma questão para a diretoria se posicionar. O que posso garantir é que nós vamos perder muito jogando fora de casa, longe de nossa empolgante torcida. Será um desrespeito dizer que Campinas não está preparada para receber 20 mil pessoas num estádio”, completou.
SITUAÇÃO COMPLICADA
A Ponte Preta continua com apenas 34 pontos, na vice-lanterna. Só está na frente do Náutico, lanterna, com 17 pontos. E atrás, por enquanto de Fluminense, com 36 (mas que recebe o Náutico, nesta quinta-feira) e o Vasco da Gama, com 37 pontos, afinal perdeu para o Criciúma, em Santa Catarina.
Dos quatro jogos que ainda restam para a Macaca, dois serão em casa e dois fora. No final de semana, ela sai diante do Cruzeiro, em Uberlândia, porque o Cruzeiro, campeão brasileiro antecipado, perdeu mando de campo. No ouro domingo, dia 24, vai receber o Grêmio, que tenta confirmar uma vaga na Copa Libertadores. Daí recebe a Portuguesa, que ainda luta contra o descenso, terminando a temporada fora contra o Internacional, que não visa mais nada.





































































































































