Inveja fez dos Estaduais Torneios de Verão
Inveja fez dos Estaduais Torneios de Verão
Nos últimos 40 anos a inveja de todo o Brasil com o Campeonato Paulista era aberta e declarada. Todos os Estados sofriam por não conseguir fazer um estadual tão forte e competitivo como era feito em São Paulo. Nos anos 80, a Segunda Divisão Paulista chegou a ter média de público maior que todos os Estaduais da Primeira Divisão, exceto, obviamente, o paulista.
Mas a inveja, aliada à outros interesses, fez o calendário do futebol brasileiro ir mudando de forma que este ano os estaduais passaram a ser, definitivamente, o que todo o Brasil sempre queria: “Torneios de Verão”.
Todo o Brasil, menos São Paulo, porque somente os paulistas têm condições de fazer um campeonato estadual forte, porque possui mais de 40 equipes profissionais de bom nível, sendo o único Estado capaz de boicotar um Campeonato Brasileiro, como já ocorreu em 1979, quando apenas Guarani e Palmeiras, que entraram na última fase, disputaram o torneio.
Mas São Paulo perdeu. Hoje só os românticos ainda acreditam nos Estaduais, que passaram a ser torneios preparatórios para as Série A e B do Campeonato Brasileiro. E, já este ano, até a Série C está mais atraente que vários estaduais. Organizada, com um calendário de cinco meses e com a presença de clubes importantes como Paysandu-PA, Bahia-BA, Vila Nova-GO, Guarani e Bragantino, a competição motiva porque, hoje, as equipes pouco querem saber dos Estaduais. O que desejam é estar, no mínimo, na Série B do Campeonato Brasileiro, tendo a certeza de um calendário de oito meses, receita farta e jogos passados pela televisão e bem remunerados.
Seleções – Futebol Interior
Terminados a A-1 e A-2 do Campeonato Paulista, o Portal Futebol Interior (www.futebolinterior.com.br) ouviu jornalistas de todo o Estado para escolha democrática dos melhores. Na Série A-1, o meia campeão Zé Roberto foi o mais votado e na A-2 o craque da competição foi o atacante Clayton, do Rio Preto, e artilheiro da competição, com 12 gols.
Seleção da A-1
Na Série A-1, o treinador foi Dorival Júnior (São Caetano) e a Seleção ficou assim: Felipe (Bragantino); Julio César (Bragantio), Thiago (São Caetano), Miranda (São Paulo) e Kléber (Santos); Maldonado (Santos), Josué (São Paulo), Douglas (São Caetano) e Zé Roberto (Santos). Finazzi (Ponte Preta) e Somália (São Caetano).
Seleção da A-2
Sucesso na Grécia
Quem está rindo à toa é o técnico brasileiro Paulo Campos (foto). Ele conseguiu a façanha de colocar o modesto Asteras na Primeira Divisão da Grécia. Detalhe: o acesso foi garantido com quatro rodadas da antecedência. Mérito para o ex-auxiliar de Vanderlei Luxemburgo.
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Na Série A-2, o técnico escolhido foi Carbone (Guarani) e os melhores da A-2 foram Tiago (Portuguesa); Wilton Goiano (Portuguesa), Danilo Silva (Guarani), Xandão (Guarani) e Leonardo (Portuguesa); Marcos Paulo (Portuguesa), Macaé (Guarani), Preto (Portuguesa) e Xuxa (Mirassol); Diogo (Portuguesa) e Clayton (Rio Preto).
* Esta coluna é publicada toda terça-feira no Jornal Agora, de São Paulo, com distribuição nacional. E também nos seguintes órgãos de comunicação:
Jornais
Diário de Marília
Gazeta Bragantina
Folha de Mirassol
Tribuna de Taquaritinga
Notícia da Manhã, de Catanduva
Folha da Cidade, de Araraquara
Correio de Lins
O Debate, de Santa Cruz do Rio Pardo
O Progresso, de Ituverava
Tribuna de Ribeirão Preto
Bom Dia Sorocaba
Portais
Valenet.tv (Vale do Paraíba)
Mais Interior (São Carlos)
Araras Virtual





































































































































