Internacional investiga chuva de papel picado na Libertadores

Situação no gramado do Beira-Rio atrasou o início da partida contra o Flamengo em 20 minutos

Internacional abre investigação sobre polêmica 'chuva de papel picado' que chamou a atenção na Libertadores

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Jogadores do Internacional na Libertadores (Foto: Ricardo Duarte-SCI)

Porto Alegre, RS, 21 – A “chuva” de papel picado que tomou conta do gramado do Beira-Rio na noite desta quarta-feira, antes do jogo com o Flamengo, pelas oitavas de final da Libertadores, virou alvo de investigação no Internacional. Na zona mista, o presidente do clube gaúcho, Alessandro Barcelos, afirmou que a diretoria vai “apurar as responsabilidades” sobre o episódio, que atrasou o início do confronto em 20 minutos.

COMPLICADO

Diante do grande volume de papel no gramado, funcionários do clube entraram em campo para tentar solucionar o problema e limpar a área. Até uma rede foi improvisada para tirar o acúmulo de material.

“Infelizmente ela (chuva de papel picado) atrapalhou o início do jogo e ninguém gosta que isso aconteça. Assim, nós vamos apurar as responsabilidades pra saber o porquê aquilo aconteceu. Nós vamos averiguar, porque hoje temos processos identificáveis”, afirmou.

O mandatário admitiu que a ação foi organizada pelo clube, mas não foi feita da maneira planejada. “Não foi nossa intenção nem de prejudicar e nem atrasar. Óbvio que um atraso na partida é ruim. Foi uma ação nossa, mas a intenção era de produzir uma festa. Vamos trabalhar para que isso não se repita”, declarou o dirigente.

PROBLEMA PARA O COLORADO

Eliminado da competição com a derrota de 2 a 0 para o Flamengo (havia perdido o confronto da ida no Rio por 1 a 0), o Internacional agora corre o risco de sofrer uma punição da Conmebol pelo atraso. O regulamento da entidade prevê multa de atraso por cada minuto com valor mínimo de US$ 20 mil (algo em torno de R$ 109 mil).