Interino da Ponte Preta mostra para Brigatti que as laterais precisam ser ajustadas
Interino da Ponte Preta mostra para Brigatti que as laterais precisam ser ajustadas
Interino da Ponte Preta mostra para Brigatti que as laterais precisam ser ajustadas

Fábio Moreno (foto), treinador interino da Ponte Preta, deixou a senha a quem chega para substitui-lo, caso de João Brigatti: o time precisa contar com laterais efetivos, e não é o caso das escalações de Apodi e Guilherme Lazaroni no setor.
As circunstâncias da partida deste sábado em Campinas, em que Ponte Preta e Ferroviária empataram por 1 a 1, implicou em outras alternativas nas laterais durante o segundo tempo, quando o mandante perdia por 1 a 0.
Se a escalação do ineficiente atacante Bruno Rodrigues representaria ‘queimar’ uma alteração, pelo menos pensou racionalmente Fábio Moreno ao sacá-lo no intervalo.
SAFIRA
A entrada de Safira não representou apenas uma troca de jogadores de mesmo setor. Como a Ferroviária ficou com dez jogadores em campo com a expulsão do zagueiro Elton aos 35 minutos do primeiro tempo, após falta sobre Roger, o interino Fábio Moreno deslocou o volante Dawhan à lateral-direita.
Aí Apodi foi fixado na ponta-direita e o interino colocou em campo Safira, com liberdade para se movimentar no ataque.
Para um time em que o antecessor Gilson Kleina não soube colocar mínima organização, a alternativa da Ponte seria a superação, num segundo tempo de ataque contra a defesa da Ferroviária.
Hesitação de Moreno restringiu à demora para sacar o limitado lateral-esquerdo Guilherme Lazaroni, a fim de que Brigatti observasse Yuri na posição, jogador de características mais ofensiva.
Também teve validade sacar Apodi, que deu lugar ao atacante Matheus Ânderson.
A rigor, caso haja critério na próxima escalação do time pontepretano, o correto seria Apodi ocupar lugar entre os reservas, porque até agora deve melhor rendimento.
TRAPALHADA EM LATERAL
Pautada por marcação alta no início da partida, a Ferroviária dava indícios do objetivo de vencer a partida.
Talvez não contasse chegar ao gol logo aos nove minutos, em colaboração geral da defesa pontepretana, com desdobramento da cobrança de lateral.
Trevisan, Lazaroni e até o goleiro Ivan falharam, e disso se aproveitou Henan, para em toque sutil marcar.
Um time desorganizado como a Ponte passou a errar mais quando quis acelerar as jogadas.
Aí, aos 35 minutos, a expulsão de Elton tirou a Ferroviária da zona de conforto e encorajou a Ponte na busca pelo empate, que já poderia ter ocorrido se o árbitro Márcio Henrique de Gois assinalasse pênalti do zagueiro Willian em Roger.
PRESSÃO
Como a Ponte Preta pressionou no segundo tempo, o gol foi amadurecendo, até que Safira sofreu pênalti cometido por Willian e convertido por Roger aos 16 minutos.
O mesmo Roger já poderia ter desempatado se não demorasse pra finalizar em lance subsequente, quando propiciou defesa do goleiro Saulo.
Chances de gols para vitória pontepretana se repetiram, principalmente quando Safira, cara a cara com o goleiro Saulo, chutou a bola em cima dele, que defendeu no reflexo.
Já a Ferroviária, que optou por se defender, só voltou a ameaçar a meta pontepretana apenas uma vez, quando Higor Leite perdeu o gol.
Assim, se haverá preocupação de Brigatti para arranjos técnicos do time, projetar como finalmente fazer o meia João Paulo jogar aquilo que sabe, resta o consolo de que por ora empenho não faltou.





































































































































