Injustiças
Injustiças
Como é possível o Rio Branco, de Americana, ter que jogar a 2ª fase da Copa São Paulo de Juniores fora de casa? Deixando qualquer bairrismo de lado, mas colocando em pauta uma série de razões, fico me perguntando dos critérios adotados pela gloriosa FPF em torno dessa competição e não é de hoje que me pego fazendo esses questionamentos, vamos aos fatos.
Rio Branco e Inter-RS duelam na quinta-feira em São José dos Campos, às 18h30. Por que lá?
O Internacional, com todo respeito à sua história que é monstruosa e belíssima, não arcou com despesa nenhuma nessa Copinha, a não ser sua própria equipe, já o Tigre arcou com os custos de três equipes em Americana.
Não merecia, a menos por este esforço, se manter como sede?
Além disso, é um time paulista, de grande tradição, especialmente nas bases.
O Rio Branco Esporte clube, preterido pela Federação Paulista de Futebol, entidade a qual é filiado e colabora há décadas, é, simplesmente, o atual vice-campeão da competição. Por sinal, eliminando o próprio Colorado, em 2008, nas semi-finais.
Será, meus caros leitores, que já não bastou o Inter ter privilégios o ano passado ao tirar a sede de Americana levando pra São Paulo, para o péssimo estádio “Nicolau Alayon”, pensando em afastar o Tigre de sua torcida?
Por que tantos privilégios? E por dois anos seguidos…
O que o estádio de São José dos Campos tem que o “Décio Vitta” não tem? Talvez por que a média de quase sete mil torcedores por jogo na 1ª fase em Americana tenha assustado novamente os dirigentes gaúchos?
Mas a realidade é que, independente do favorecimento ao Inter (mais um ano), faltou força política ao coitadinho do Rio Branco. Força que não veio do próprio clube e tampouco dos dirigentes locais da FPF, que perderam a queda de braço para seus colegas do Vale do Paraíba.
Na verdade, tenho minhas dúvidas se houve mesmo esforço de tais dirigentes…
Como não adianta chorar o leite derramado, que vença o melhor nesse duelo de gigantes nas bases. Os números do confronto apontam pra equilíbrio total: ambos não perderam ainda; o Inter marcou dois gols a mais, mas o Tigre tomou apenas um, enquanto o Colorado sofreu dois.
As esperanças paulistas estão depositadas nas feras Romarinho, Thiago Silva, Pegorari e cia. Que a estrela de Geime Rotta, campeão da copinha em 2005, possa brilhar mais ainda, afinal, os adversários esse ano são, novamente, além das próprias equipes classificadas, as forças não tão ocultas assim que acompanham os chamados “times grandes”.





































































































































