Imprensa espanhola vê fim da geração após queda na Copa e culpa até o Real Madrid
A saída do treinador a dois dias da estreia da Espanha na Copa do Mundo também foi destacada
A surpreendente eliminação da seleção espanhola já nas oitavas de final da Copa do Mundo repercutiu bastante na imprensa local
São Paulo, SP, 02 – A surpreendente eliminação da seleção espanhola já nas oitavas de final da Copa do Mundo repercutiu bastante na imprensa local. Alguns dos principais jornais do país foram unânimes ao decretar que a queda para a dona da casa Rússia nos pênaltis, após empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, no último domingo, colocou de vez um fim na vitoriosa geração responsável pelo título mundial de 2010.
O Diário Sport estampou em sua capa: “Que pena!”, lamentou a “péssima partida” e comentou a aposentadoria de Iniesta da seleção. O As seguiu a mesma linha e deu como manchete: “O fim de uma geração”, mesma opinião do L’Esportiu, que anunciou: “Em liquidação”, falando sobre a provável saída de diversas peças desta equipe.
Um dos maiores jogadores espanhóis de todos os tempos, Iniesta confirmou a aposentadoria da seleção imediatamente após a eliminação. Nomes como Piqué (31 anos), Sergio Ramos (32) e David Silva (32) também podem seguir o mesmo caminho, além de Fernando Hierro, que assumiu como técnico às pressas após a demissão de Julen Lopetegui e não agradou.
A saída do treinador a dois dias da estreia da Espanha na Copa do Mundo também foi destacada pela imprensa espanhola. A capa do jornal Super Deporte, de Valência, trouxe a foto de Florentino Pérez, presidente do Real Madrid, e a manchete: “Satisfeito?”, jogando a responsabilidade pela eliminação sobre o clube madrilenho, responsável pela contratação de Lopetegui que gerou a crise na seleção às vésperas do torneio.
O Marca, por sua vez, estampou: “Andando para casa” e admitiu uma atuação “sem velocidade, sem profundidade, sem alma e nem alegria” da seleção. Já o Mundo Deportivo foi menos crítico em sua manchete: “Pena máxima”. O jornal lamentou a queda para “uma Rússia inferior” e considerou que “Hierro deixou seu futuro no ar”.





































































































































