Huracán 0 x 1 Cruzeiro - Rodriguinho marca e Raposa vence na Argentina
Além de ter somado os primeiros três pontos no Grupo B, a Raposa igualou o histórico em confrontos contra times argentinos
Além de ter somado os primeiros três pontos no Grupo B, a Raposa igualou o histórico em confrontos contra times argentinos
Belo Horizonte, MG, 07 (AFI) – O Cruzeiro estreou com vitória na Libertadores. O time do técnico Mano Menezes foi a campo na noite desta quinta-feira, pela abertura do Grupo B, e venceu o Huracán por 1 a 0, no El Palácio, casa do adversário, em Buenos Aires. Rodriguinho foi o autor do único gol da partida, que terminou com a polêmica de um gol argentino anulado nos minutos finais.

Além de ter somado os primeiros três pontos no Grupo B, a Raposa igualou o histórico em confrontos contra times da Argentina.
Em 36 partidas contra os ‘hermanos’ na história, a equipe mineira venceu 15 vezes, empatou sete e perdeu 15. Antes do jogo, perdia no retrospecto por uma vitória a menos.
É RODRIGUINHO
O jogo começou debaixo de uma forte chuva, fator que prejudicou um pouco a qualidade técnica. Ainda assim, não demorou para que as chances começassem a aparecer. Logos ao nove minutos, houve muita reclamação por parte do Huracán em razão da não marcação de um pênalti pedido por Barrios após ter sido puxado dentro da área.
Do lado do Cruzeiro, que entrou ligado no jogo foi Rodriguinho. Aos 12 minutos, ele ganhou disputa pelo alto após cobrança de escanteio de Robinhoe só não abriu o placar porque o goleiro Silva pulou para salvar os donos da casa.
SEM PERDÃO
Aos 29 minutos, o meia cruzeirense não perdoou. Robinho serviu de novo, dessa vez com um belo lançamento, e Rodriguinho dominou na área e se livrou da marcação de Damonte antes de abrir o placar.
Depois do gol, o time de Mano Menezes se esforçou para não correr riscos e assim foi até poucos minutos antes do intervalo, quando o Huracán chegou com perigo em duas oportunidades. De qualquer maneira, o Cruzeiro também teve boa chance, com Egídio, aos 46, mas Silva salvou.
TOMOU PRESSÃO
No segundo tempo, a equipe brasileira mostrou segurança até os 25 minutos, quando o Huracán passou a frequentar mais o campo de ataque. Atrás no placar jogando em casa, o time argentino sentiu a urgência da situação e conseguiu pressionar, muito disso também por conta da postura defensiva adotada pelos cruzeirenses.
A pressão mexeu com os ânimos do técnico Mano Menzes, que acabou expulso após reclamação, aos 44 minutos. Três minutos depois, aos 47, foi a vez de todos do Huracán reclamarem, mas sem expulsão. Isso porque Barrios fez um gol de cabeça, mas o árbitro marcou impedimento.






































































































































