Herói do Bragantino festeja, meia fraco vai embora e Veiga faz discurso hipócrita
Era o clima nos vestiários do Bragantino, que teria R$ 1 milhão para empatar com o Figueirense
O principal jogador do Bragantino no empate heroico contra o Figueirense, por 1 a 1, neste sábado à tarde, no Estádio Nabi Abi Chedid, foi o zagueiro Guilherme. Pouca gente sabe, mas seu pai é Robson que foi jogador.
Bragança Paulista, SP, 30 (AFI) – O principal jogador do Bragantino no empate heroico contra o Figueirense, por 1 a 1, neste sábado à tarde, no Estádio Nabi Abi Chedid, foi o zagueiro Guilherme. Pouca gente sabe, mas seu pai é Robson que foi jogador, atuando como lateral-esquerda em clubes como o Juventus e o Guarani de Campinas.

“Nós mostramos que futebol é para homem. Fomos em campo e lutamos como leões e não deixamos eles (Figueirense) vencerem. Nós fizemos muito bem a nossa parte”, comentou o zagueiro, que além de ser imbatível pelo alto, foi firme na marcação e depois marcou o gol de empate após o rebote do goleiro Tiago Volpi.
A maioria dos jogadores comemorou muito o resultado, mesmo porque provaram mesmo a seriedade com que encaram o futebol, depois de sérias denúncias feitas de que o clube pretendia facilitar “as coisas” para o Figueirense subir. E foi o que aconteceu com o afastamento repentino de quatro titulares: o zagueiro Álvaro, capitão do time; o meia Magno Alves, ex-Ceará, além dos atacantes Cesinha e Lincom, artilheiro do time, com 12 gols.
TÔ DE SAÍDA…
O mais estranho foi a declaração do meia Thiaguinho, que estava afastado do time e dos jogos há várias rodadas, e de repente apareceu com a camisa 10 nas costas. NO intervalo ele falou sobre sua situação no clube:
“Eu tenho contrato até o final do Campeonato Paulista. Mas não devo ficar aqui, não”, afirmou ao microfone da Rádio 102 FM. Na verdade, Thiaguinho foi uma das maiores decepções do time na Série B, mesmo assim foi escalado na rodada final. Seria um teste final para sua permanência no clube? Claro que não. Foi escalado por sua ruindade mesmo.
Outros jogadores que atuaram também devem estar de partida, como o ala esquerdo Bruninho e os atacante Nilson e Tiago Cavalcante (este entrou nos últimos minutos). São fatos que comprovam a intenção do Bragantino de facilitar o jogo para o time catarinense.
MESMO DISCURSO HIPÓCRITA
No final do jogo, Marcelo Veiga manteve o mesmo discurso do presidente Marquinho Chedid.
“A gente pretendia dar férias para os jogadores o mais rápido possível. Infelizmente só saímos da ameaça de rebaixamento na última rodada, após a vitória sobre o Paysandu”.
Marquinho Chedid também parecia orgulhoso de seus jogadores. Agora só resta saber onde ele arrumou o dinheiro para pagar os dois meses de salários atrasados e o prêmio de R$ 100 mil prometido para o time vencer o Paysandu. Mais um dos milagres que acontecem no Bragantino.





































































































































