Hernane, do Sport, e Roger, da Chapecoense, são oferecidos à Ponte Preta. Vem algo aí?
Hoje, os atacantes de área da Macaca são Diego Oliveira e Borges, que não convenceram
Os atacantes Hernane, que anda não estreou no Sport, e o Roger, encostado na Chapecoense, foram oferecidos para Ponte Preta no Brasileirão.
Campinas, SP, 16 (AFI) – Se o problema da Ponte Preta é a falta de gols, a solução pode estar mais próxima do que se imagina. Após contratar os meias Felipe e Bady, ambos emprestados pelo Atlético-PR, a Macaca pode anunciar um matador. Os atacantes Hernane, que anda não estreou no Sport, e o Roger, encostado na Chapecoense, foram oferecidos ao clube.
Hoje, o time de Campinas está com problemas no setor ofensivo. O atual dono da camisa 9, Diego Oliveira, não convenceu os torcedores. Já Borges, que chegou para ser titular e conta um dos salários mais altos do elenco, não conseguiu comprovar as expectativas.
Para que anuncie um novo artilheiro, a Macaca teria de superar alguns obstáculos. O primeiro é o financeiro. A chegada de um medalhão do nível de Hernane ou Roger inflacionaria a folha salarial do clube.
Uma saída seria a negociação do próprio Borges, que representa um alto custo aos cofres do clube. O problema é que o veterano já realizou oito partidas pela Ponte no Brasileirão e não pode defender outro clube da divisão. Sendo assim, seu destino poderia ser apenas exterior ou Série B.
DISTANTE
No caso de Hernane, há outro complicador. O jogador treina há dois meses e meio no Sport e ainda não conseguiu fazer a estreia. Em fevereiro, ele deixou o Al Nassr, da Arábia Saudita, alegando salários atrasados. Desde então, vive em litígio com o clube árabe, que não assinou a rescisão.
Caso a liberação saia, a expectativa é de que ele faça a estreia pelo Leão da Ilha. O problema é que o ex-atacante do Atlético-MG André virou titular absoluto ao lado de Maikon Leite. Isso significa que Hernane teria de esquentar banco, a princípio.
Revelado na base da Ponte, Roger surge como uma possibilidade mais palpável. Embora tenha resistência de parte da torcida, a família reside em Campinas e ele está reserva da Chapecoense. Para ajudar, fez apenas cinco jogos neste Brasileirão e não estourou o limite de seis partidas.
QUEDA
Depois de um grande início de Brasileirão, a Ponte teve uma acentuada queda de rendimento nas últimas rodadas. Conquistou apenas seis dos últimos 24 pontos disputados. E o que é pior: marcou apenas dois gols nas últimas sete partidas.
Apesar deste declínio, o time alvinegro ainda mantém uma distância confortável para a zona de rebaixamento. Tem 17 pontos, na décima posição, contra 13 do Santos, primeiro na degola. No domingo, às 18h30, a Macaca visita o Joinville, pela 14ª rodada.





































































































































