Há duas opções para substituir Givanildo no Brasiliense
Brasília, DF, 7 (AFI) – Roberval Davino (foto)
, técnico do Ituano, e Estevam Soares, ex-Barueri, são os mais cotados para substituírem a Givanildo de Oliveira no comando do Brasiliense. A definição deve acontecer nesta segunda-feira, segundo o presidente Luis Estevão, ex-senador.
A queda de Givanildo ficou inevitável depois da quinta derrota sofrida pelo time sobre seu comando. No sábado, o Jacaré apanhou, por 5 a 1, do vice-lanterna, o Remo, em Belém. O técnico já tinha pedido demissão uma semana antes, mas desta vez não quis nem conversar com os dirigentes. Para muitos, os jogadores fizeram “corpo mole’ com o treinador, que deseja implantar uma linha dura no elenco.
O Brasiliense continua com 40 pontos, em 12.º lugar, bem ao contrário destas últimas rodadas quando freqüentou a zona de acesso ou esteve bem perto dela. O time começou a Série B com Roberto Fernandes, campeão estadual, que se transferiu para o Náutico, agora quase livre do rebaixamento na Série A. O Jacaré teve bons momentos com Wanderley Paiva, seu segundo treinador e despencou com Givanildo.
As qualidades de cada um
Roberval Davino é bem visto. Ele aceitou o desafio de terminar a Série B na frente do lanterna Ituano, onde conseguiu dois empates e sofreu duas derrotas. É um técnico experiente, muito capacitado e que formou o elenco do Bragantino, que neste domingo chegou ao Octogonal final da Série C.
Alagoano, de origem simples, Davino já trablhou com sucesso em vários clubes paulistas. E também já fez história pelo futebol brasileiro. Em 2005 sagrou-se campeão brasileiro da Série C com o Remo. Antes já tinha sido campeão pela mesma Série C pelo Vila Nova-GO. Ano passado, sem recursos, Davino formou o elenco do América de Natal, que surpreendeu e subiu da Série B para a Série A.
Estevam Soares, ex-zagueiro do São Paulo na década de 70, há algumas temporadas não consegue “encaixar” o seu trabalho. Ele começou a carreira em Campinas, onde dirigiu Guarani e Ponte Preta. Teve uma boa passagem pelo Palmeiras, em 2005, mas depois não se deu bem em vários clubes, como São Caetano e América-RN. Nesta temporada dirigiu o Barueri por algumas rodadas, mas acabou demitido após ser goleado pelo Paulista, por 7 a 0, em Jundiaí, no maior placar da Série B até agora.





































































































































