Guarani vai saber explorar a instabilidade do zagueiro Filemon, do Operário?

Não me atrevo a arriscar palpite para este duelo em Ponta Grossa

Sem torcida, não existe mais aquele chamado 'fator campo' e se exige mais atitude dos times

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Técnico sob pressão

Guarani em questão. Já foi citado aqui ‘centas’ vezes que projeções pré-jogos se transformaram em coisa fora de moda, principalmente pelo Campeonato Brasileiro da Série B, pautados pelo equilíbrio.

Aquilo que chamavam de fator campo e torcida praticamente inexiste, considerando-se que raramente vê-se por aí gramados em precárias condições.

Com portões dos estádios fechados – consequentemente sem torcidas – quem grita mais nos bancos de reservas não influencia a arbitragem.

Também não nos esqueçamos que até na Série B já tem o VAR, o que impede que esse ou aquele tenha vantagem estrondosa de arbitragem.

Portanto, não me atrevo a arriscar palpite para o jogo em que o Guarani recepciona o Operário paranaense, a partir das 19h, desta terça-feira.

5 A 2

Durante o primeiro turno o Guarani aplicou goleada sobre o Operário por 5 a 2, em Curitiba, ocasião em que o zagueiro Rodolfo Filemon se transformou em ‘avenida’ a ser explorada.

E não foi apenas aquela vez, o que recomenda estratégia para se tirar proveito disso.

Não se espantem, também, se o lateral-esquerdo Fabiano, do Operário, recuar perto dos cem por cento das vezes que pegar na bola.

Quem merece atenção nesse time é Djalma Silva, que de lateral-esquerdo avançado foi transformado em atacante de beirada que requer atenção.

MATHEUS ANJO

Ponte Preta traz o meia Matheus Anjos, que já mostrou qualidade nas passagens pelo futebol paranaense e Botafogo de Ribeirão Preto.

Vai vingar aqui?

Boa pergunta. Pelo menos chega num momento em que a equipe busca se estabilizar na competição.

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