Guarani quer 'bola rolando' e cutuca a rival Ponte Preta

Os presidentes dos dois clubes evitaram posicionamentos após a reunião dos times do Paulistão com a FPF

Os presidentes dos dois clubes evitaram posicionamentos após a reunião dos times do Paulistão com a FPF

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Campinas, SP, 15 (AFI) – Rivais centenários em Campinas, Guarani e Ponte Preta têm posições antagônicas em relação à decisão da Federação Paulista de Futebol (FPF) em terminar o Paulistão após a melhora da crise da pandemia do coronavírus – o Covid-19. Um é a favor, outro é contra.

Em princípio, os presidentes dos dois clubes campineiros evitaram se expressar. A posição de Ricardo Miguel Moisés, do Guarani, apenas foi expressa no Twitter do clube, bastante formal.

“O Guarani Futebol Clube compartilha com a decisão da Federação Paulista e enaltece o trabalho e dedicação da entidade e dos clubes. Uma vez que um campeonato se decide dentro de campo e com a bola rolando”.

Guarani e Ponte Preta se enfrentaram na última partida do Paulistão antes da parada

Guarani e Ponte Preta se enfrentaram na última partida do Paulistão antes da parada

Bola em campo é o que a Ponte Preta não queria há muito tempo, desde que a competição foi paralisada, dia 16 de março, com ela segurando a lanterna da tabela com apenas sete pontos e praticamente rebaixada para a Série A2 em 2021.

O presidente Sebastião Arcanjo, o Tiãozinho, neste mês tentou conversar com vários dirigentes, mas nenhum compartilhou sua ideia de dar cabo prematuro à disputa.

A diretoria deu férias de 20 dias, até 20 de abril, e reduziu em 25% os salários dos jogadores. Até final da noite, o clube não emitiu nenhuma posição oficial sobre a sequência do Paulistão.