Guarani divulga protocolo por combate ao Covid-19: 'Minimizar a exposição'
Em decorrência do aumento do número de óbitos, Bugre segue sem prazo para reinício dos treinamentos
Por conta da pandemia, Bugre segue sem prazo previsto para reinício dos treinamentos
Campinas, SP, 04 (AFI) – O Guarani divulgou, em meio à pandemia do coronavírus, o protocolo para retorno seguro aos treinamentos.
Embora o Bugre ainda sequer tenha prazo para retomada das atividades no Brinco de Ouro da Princesa, o Departamento Médico oficializou as medidas necessárias de segurança a serem adotadas por jogadores, funcionários, comissão técnica e estafe.
Entre os principais pontos do projeto idealizado pelo Dr. Raí Alves Cruz, chefe da pasta, estão a realização de exames periódicos – sorológico e PCR-RT -, uso de álcool em gel, máscara, higienização rígida dos vestiários e a obrigação de o jogador já chegar vestido ao local de trabalho.
“O intuito inicial do protocolo não é fazer com que nenhum atleta, estafe ou comissão técnica seja contaminado, mas sim que nós tenhamos medidas que minimizem a exposição de todos os envolvidos no futebol à contaminação. O protocolo não visa ainda estipular uma data de retorno. Em momento algum do protocolo, nós estipulamos isso”, declarou Raí, em entrevista à Rádio Bandeirantes de Campinas.
“O objetivo do Departamento Médico e dos protocolo é munir o presidente de informações pertinentes, não somente das práticas a serem desenvolvidas para ter um retorno seguro, como também antever aos problemas e as adversidades que nós podemos enfrentar”, acrescentou.
BASE
O modelo criado pelo Departamento Médico do Guarani tem como base os projetos idealizados no futebol europeu, onde a bola já rola em alguns países, e em clubes do Brasil, principalmente o da região Sul, onde a incidência do coronavírus é menor.
“O nosso protocolo foi baseado na Europa. Eles estão adiantados de nós neste sentido e já passaram pelo momento que nós estamos passando hoje. Foram muito bem redigidos, definidos e estudados. Nós também utilizamos a experiência de alguns clubes aqui do Brasil, como Atlético-MG, Flamengo e os times do Sul, que já tiveram uma flexibilização e o retorno aos treinamentos”, pontuou o médico alviverde.
“O que foi bom e o que não foi bom? Nós modificamos e chegamos em um ponto comum no Guarani. As primeiras medidas são antes da reapresentação. São basicamente de higiene e de preparo para receber esse atleta. É uma conscientização”, concluiu.





































































































































