Guarani dá chance para Conceição se redimir do absurdo ao deixar Claudinho na reserva

Treinador chega para substituir Ricardo Catalá

Guarani dá chance para Conceição se redimir do absurdo ao deixar Claudinho na reserva

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Portal da casa, o FI, carimba a contratação do treinador Felipe Conceição como sucessor de Ricardo Catalá, para comandar o elenco do Guarani.

Evidente que ninguém consegue por acaso uma recuperação como ocorreu com o América Mineiro na Série B do Brasileiro, ano passado, quando terminou em quinto lugar.

É sabido que o último clube de Conceição foi o Bragantino, demitido pelo rendimento tido como insatisfatório.

A pergunta que não quer calar certamente será feira na apresentação do profissional em Campinas: por que teve a coragem de deixar o meia Claudinho no banco de reserva, justamente o melhor jogador do Bragantino na temporada passada?

Qualquer que seja a resposta será injustificável.

Se argumentar que tecnicamente o atleta atravessava má fase, não daria pra engolir perda da vaga quer para Morato, quer Vitinho.

É aí que o comandante precisa trabalhar para recuperar a plenitude da forma técnica do atleta.

Se for problema de indisciplina, o comandante calejado tira de letra para o devido enquadramento, que não seja o de punir o próprio clube.

Convencionemos que esse desajuste seja águas passadas, então o jeito é conferir como o trabalho vai ser conduzido.

RECUPERAR ATLETAS

É prioritário a recuperação técnica de atletas que estão abaixo de suas reais condições técnicas, como os laterais Pablo e Bidu, zagueiro Bruno Silva e meia Giovanny.

Treinador que chegar falando manso com a cartolada está fadado a não ter vida longa no clube.

Portanto, a primeira condição que Conceição deveria ter imposto aos dirigentes é busca no mercado de reforços.

Reforços, não apenas contratações.

Guarani tem carência de pelo menos atacante de velocidade, centroavante cabeceador e um zagueiro.