Grupo que estava na Série C entra na Justiça para cobrar atrasados do Guarani
19 jogadores, técnico e ex-dirigente querem mais de R$ 3 mi do Bugre
19 jogadores, técnico e ex-dirigente querem mais de R$ 3 mi do Bugre
Campinas, SP, 02 (AFI) – Pode parecer notícia antiga, mas não é. Um grupo de profissionais que trabalharam no Guarani durante a disputa da Série C do Campeonato Brasileiro, entre eles o técnico Paulo Roberto Santos, entrou com processo coletivo cobrando salários atrasados. O valor total do processo ultrapassa a casa de R$ 3 milhões.

São 21 ações, de 19 atletas, do treinador Paulo Roberto Santos, que hoje comanda o São Bento no Paulistão, e do gerente de futebol, Leandro Rocha. O grupo cobra salários atrasados, férias, 13º salário, FGTS, multas por não pagamento das verbas rescisórias. Os valores variam entre R$ 24 mil e R$713.231,09.
“O procedimento é o mesmo dos outros processos. Fomos notificados, estamos acompanhando as audiências e eles não deixarão de ser pagos. Vamos dar sequência ao ritmo, fazer a proposta para acordo e liquidá-los. Queremos, até o meio do ano, regularizar a situação”, comentou o presidente do Bugre, Horley Senna.
Além de Paulo Roberto e Rocha, entraram na Justiça: os goleiros Rafael Santos e Edilson Guerra, os laterais Raoni, Bruno Pacheco e Eric, os zagueiros Gladstone, Pitty e Jonas, os volantes Wellington Simião, Serginho Catarinense, Coppetti e Johnnattan, os meias Erik Mamadeira e Thiago Marin, os atacantes Diego Clementino, Malaquias e João Henrique
“Não sao só estes 15. Temos mais de 180 em fase de conhecimento e todos estão em pauta. Vamos batalhar para tirar isso do caminho o mais rápido possível e matar isto ainda no primeiro semestre”, completou.





































































































































