Grupo de bugrinos, TABA resiste ao tempo e sonha com volta de dias melhores do Guarani

"Dia especial, em que a velha guarda bugrina se encontra para falar de um Guarani que não existe mais"

"Dia especial, em que a velha guarda bugrina se encontra para falar de um Guarani que não existe mais"

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Campinas, SP, 9 (AFI) – O tempo resiste aos velhos e bons bugrinos da TABA – Torcedores Amigos Bugrinos Associados. O encontro deste final de ano aconteceu no fim de semana, reunindo velhos e bons bugrinos que mantém uma posição sobre o clube. Defendida por alguns, criticada por outros.

O grupo foi responsável, por exemplo, pela quebra da sequência de comando do grupo de Leonel Martins de Oliveira, que culminou com a vitória de Beto Zini à presidência do clube em 1988. Há quatro anos o grupo voltou a ser encontrar em dezembro. Desta vez a reunião entre amigos aconteceu an residência de Dirceu Pizatto. Além do Valter, churrasqueiro da turma.

MUITAS AÇÕES
A Taba, fundada em 1981, era composta por 50 bugrinos, convidados a partir de sua história no clube. Hoje, 22 ainda se encontram de vez em quando. Muitos “já se foram”, como David Labegalini, Raphael Pretti, João Caetano, Sérgio Ceroni, V8, José Pacci, Dr. Theófilo e vários outros.
Em 1982 inaugurou um marco no local da fundação do Guarani (Praça Carlos Gomes). Organizou em 84/85 o chamado “Passeio no Brinco”, que levou ao Brinco de Ouro milhares de crianças.
Lançou livros sobre a história do Guarani. O primeiro deles – À Sombra das Palmeiras Imperiais” foi relançado meses atrás, 30 anos depois. O segundo será relançado em abril/2018 (30 anos depois).

DECLARAÇÃO DE AMOR E ESPERANÇA

Abaixo estão algumas palavras expostas no facebook de André Ciarelli:

“Dia especial, em que a velha guarda bugrina se encontra para falar de um Guarani que não existe mais. Exorcizamos todos os fantasmas do presente e nos alegramos com as glórias do passado.

O melhor é que por algumas horas, esquecemos da usurpação do Guarani e sentimos que mesmo com toda desgraça que vem acontecendo, o nosso amor bugrino nunca morreu”.

Na foto abaixo aparecem: José Célio Andrade, Roberto Constantino, Milton Fernandes Alves, Neto Nazario, Sérgio Moreira, Roberto Diogo Ponzo, Henry Charles Ducret, Fernando Pereira da Silva, Angelo Luis, Dedé Castellani, Dirceu Pizzato, Dr. Joaquim Zailton B. Motta, Dr. Deoclécio Machado e Renato Baldin.

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