Grito da Galera: Internauta critica novo modelo do Paulistão
Para ele a mudança deveria ser feita no Brasileirão que possui 38 rodadas
O Futebol Interior disponibiliza o espaço Grito da Galera para que os torcedores e internautas enviem sugestões, críticas, dicas e comentários sobre futebol. Quem contatou o site foi o internauta Marco que criticou a possível mudança no Paulistão
Campinas, SP, 22 (AFI) – O Futebol Interior disponibiliza o espaço Grito da Galera para que os torcedores e internautas enviem sugestões, críticas, dicas e comentários sobre futebol. Desta vez, quem contatou o site foi o internauta Marco que criticou a possível mudança no Paulistão.
Segundo o internauta, a competição que deveria ser modificada é o Brasileirão que possui 38 rodadas e não o Estadual. O Portal FI agradece a participação e opinião do leitor Marco. Confira abaixo a crítica do internauta:
Acabaram com o futebol brasileiro sob o aplauso inocente da maioria.
A extinção dos estaduais (na prática é isso que ocorreu) aumentou o custo do futebol para os grandes, diminuiu drasticamente o mercado de trabalho para todo tipo de profissional do esporte, incluindo jornalistas e reduziu o campo para revelação de jogadores em clubes que pudessem dar a eles a experiência necessária para jogar nos maiores times do país.
Hoje, os clubes grandes brasileiros representam para os clubes europeus o que os pequenos e médios representavam para eles em passado não tão distante. A extinção dos estaduais tornou o nosso futebol pequeno, atendendo apenas aos interesses da TV. Paralelo a isso, a televisão trabalha para fazer do Brasil uma Espanha em termos de futebol, tendo dois ou três protagonistas e os demais como coadjuvantes. Infelizmente, os candidatos à coadjuvantes também não percebem que se tornaram massa de manobra e por ter sempre o pires na mão aceitam o que a TV lhes impõe.
A competição que precisaria ser modificada é o cansativo campeonato nacional de 38 rodadas e não o Estadual. Este deveria ser modificado, mas abrangendo o primeiro semestre, ficando o nacional para o segundo. Não é apenas uma questão de calendário, mas de sobrevivência do futebol cujo destino foi determinado por “intelectuais” do esporte com suas campanhas de convencimento público e sua influência junto aos dirigentes e autoridades esportivas.
atenciosamente
Marco
Leitor do futebol interior





































































































































