Gringo do Palmeiras chuta o balde: "é uma falta de respeito"
Guerra estava emprestado ao Bahia e voltou no final do ano passado ao clube paulista, com quem tem contrato até o final desta temporada
Guerra estava emprestado ao Bahia e voltou no final do ano passado ao clube paulista, com quem tem contrato até o final desta temporada
São Paulo, SP, 05 (AFI) – O meia Alejandro Guerra segue inconformado com sua situação no Palmeiras. Desde janeiro ele foi encostado e comunicado de que não fazia parte dos planos do técnico Vanderlei Luxemburgo.
“Estava treinando à parte, em outro horário. Isso não se faz com ninguém, é uma falta de respeito, em todos os sentidos da palavra. Se a equipe treina de manhã, eu treino à tarde. Se a equipe treina à tarde, eu treino de manhã”, disse o venezuelano ao podcast El Drink Team.
Guerra estava emprestado ao Bahia e voltou no final do ano passado ao clube paulista, com quem tem contrato até o final desta temporada. Guerra foi contratado em 2017.
FALTA DE RESPEITO!
“É uma falta de respeito comigo. Ninguém merece isso. Isso me deixa triste, me faz não confiar no meu potencial, no meu futebol. O que me dá forças é ficar com minha família em casa”, lamentou.
“Quando eu me lesionava e voltava, já não me colocavam. Sinto que aqui no Palmeiras não me valorizaram o que eu sou. Digo com toda a responsabilidade, porque eu disse a eles: “Aqui não me valorizam””, completou.
SONDAGEM DO CORITIBA
O venezuelano Guerra chegou a receber sondagem do Coritiba no fim de 2019, mas não houve acordo. O último jogo do meia pelo Palmeiras foi em dezembro de 2018, quando entrou nos minutos finais da última partida da temporada, contra o Vitória.
No ano passado, o jogador passou seis meses sem ser utilizado pelo clube e no segundo semestre foi emprestado ao Bahia, onde atuou 18 vezes e marcou um gol.
ALTOS VALORES E CONTRATO NO FIM
Campeão da Copa Libertadores de 2016 pelo Atlético Nacional, Guerra chegou ao Palmeiras no início de 2017 por R$ 11 milhões e salário mensal de R$ 250 mil.
Como a partir de julho o meia ficará a menos de seis meses do fim do vínculo e com a possibilidade de assinar um pré-contrato com outra equipe, é pouco provável que a diretoria consiga fechar uma venda por um valor alto.






































































































































