Goleiro e miolo de zaga são responsáveis por derrota do Guarani para Figueirense
Guarani perde em casa para o time catarinense por 3 a 2, numa noite de falhas individuais de alguns jogadores
Goleiro e miolo de zaga bugrino são responsáveis pela derrota para o Figueirense
Por ser o pré-jogo puro achismo, neste espaço ele foi abolido. Uma série de circunstâncias derruba toda tese levantada pelo analista sobre as chamadas considerações preliminares antecedendo a bola rolar, principalmente quando as forças basicamente se equivalem na maioria dos clubes deste Campeonato Brasileiro da Série B.
Quem poderia supor que o aplaudido goleiro Oliveira fosse sofrer frangaço por ocasião do segundo gol do Figueirense, na vitória por 3 a 2 sobre o Guarani, na noite desta terça-feira em Campinas?
Foi um chute rasteiro, porém de longa distância, que o goleirão não conseguiu segurar aos 29 minutos.
Se parecia que o Guarani havia achado a melhor formação defensiva com a dupla Everton Alemão e Edson Silva, ambos vacilaram no primeiro e terceiro gol do Figueirense.
No primeiro houve permissão para que o zagueiro Trevisan, improvisado na lateral-esquerda, cabeceasse após cobrança de escanteios, aos sete minutos, e abrisse o placar.
No terceiro gol, já no segundo tempo, Edson Silva tentou cortar a trajetória da bola e Alemão estorvou mais ainda, porque em leve toque presenteou o atacante Henan, que só tocou para as redes.
Provavelmente, incomodado por ter que correr atrás do resultado, o Guarani se atrapalhou e não repetiu atuações regulares anteriores.
LAMPEJOS
Teve sim lampejos e determinação para tentar reagir ainda durante o primeiro tempo.
Foi assim quando no bate-rebate na área catarinense a bola sobrou para Rafael Longuine que encheu o pé, sem chances de defesa para o goleiro Dênis, aos 20 minutos, e posteriormente com chute cruzado do atacante Matheus Oliveira, ao receber precioso passe do lateral Kevin.
Pois algumas jogadas de fundo de campo, com cruzamento pra atrás, ocorreram por parte dos jogadores bugrinos, em claro indício de que as jogadas foram ensaiadas, assim como cruzamento de Pará no primeiro poste, visando o cabeceio do centroavante Bruno Mendes.
Como o Guarani foi derrotado, coisas trabalhadas em treinos passam despercebidas, mas são alternativas válidas pra se tentar achar o caminho do gol.
CRÍTICAS
Portanto, cabem sim críticas ácidas ao miolo de zaga e goleiro bugrino, mas outras apenas veladas ao lateral Pará, volante Denner, e principalmente aqueles que entraram no transcorrer do segundo tempo, que nada acrescentaram. Os meias Guilherme e Rondinelli e o atacante Marcão sucumbiram.
Afora isso, tem-se que reconhecer méritos igualmente à distribuição tática do Figueirense, que, ao se colocar em vantagem na partida preocupou em se defender, mas, ao sofrer empates, se encorajou pra atacar.
A rigor, após o intervalo, o Figueirense teve o domínio da partida até marcar o terceiro gol, com Henan, fato que já poderia ter ocorrido em contra-ataque durante o primeiro tempo, mas caprichosamente a bola chocou-se contra a trave esquerda do goleiro Oliveira.





































































































































