Goiano: Lei do silêncio é ordem no Goiás
Goiânia, GO, 18, (AFI) – Ao contrário do que todos esperavam, o Goiás adotou outra reação em relação à punição sofrida pelo atacante Fabrício Carvalho, pelo gol de mão feito pelo jogador na vitória por 2 a 1, no último domingo, contra o Vila Nova, pela primeira partida da semifinal do Campeonato Goiano. Ao invés de opiniões polêmicas e fortes, foi adotada a lei do silêncio.
Antes do julgamento, os jogadores estavam proibidos de falar sobre o assunto, manter o foco apenas na partida decisiva. Mas a boca fechada continuou na parte da tarde e deve permanecer até domingo, dia do outro jogo. A mordaça também passa a ser regra no Alviverde, mas é tratada de forma mais sutil pelas pessoas autorizadas a falar: Geninho, os dirigentes e os membros dos departamentos médico e jurídico.
“Hoje em dia, você falar pode ser um pecado. Tenho medo de uma guerra domingo. Quero um jogo calmo e, às vezes, é melhor tirar atletas desse clima. Alguém pode falar algo que não deveria e isso geraria mais tumulto ainda”, comentou Geninho, que a partir de agora, é o principal interlocutor do assunto.
Após os treinamentos desta terça-feira, os jogadores deixaram o campo se desculpando com a imprensa pelo silêncio forçado e até chegaram a cumprimentar os repórteres. O jogo de domingo será às 16h, no Estádio Serra Dourada.





































































































































