Gilson Kleina quer ficar na Ponte Preta, mas porta da Chapecoense está aberta
Há quem diga que caso seja demitido, Kleina já tem uma nova porta aberta: a Chapecoense.
Há quem diga que caso seja demitido, Kleina já tem uma nova porta aberta: a Chapecoense.
Campinas, SP, 15 (AFI) – “Este é um jogo de decisão para nossas vidas, porque sabemos que precisamos vencer” – comentou o técnico Gilson Kleina na coletiva desta sexta-feira cedo, após os treinamentos táticos realizados com portões fechados no gramado do Majestoso. O time precisa vencer o Atlético-GO, neste sábado, às 21 horas, no Majestoso.
Há quem diga que caso seja demitido, Kleina já tem uma nova porta aberta: a Chapecoense.
“Não recebi nenhuma ligação, mas fiquei feliz de ser lembrado pela Chapecoense. Minha cabeça está totalmente voltada para a Ponte Preta. Pretendo ficar aqui até o fim do meu contrato” – completou o técnico.
FORTE PRESSÃO
Kleina continua pressionado pela campanha irregular do time. A Ponte Preta tem 28 pontos e ocupa a 13.ª posição e, em tese, é favorita diante do lanterna Atlético-GO, com apenas 19 pontos.
Ele sabe que o time precisa ser bem diferente daquele visto na derrota por 3 a 1 para o Sport, quarta-feira, pela Copa Sul-Americana.
“Nós temos que fazer este resultado, não importa como. Se jogar bem é melhor. Mas se não der, o importante é vencer e somar os três pontos”.
MUITAS LAMENTAÇÕES
Para o técnico o seu trabalho tem sido intenso desde que assumiu o comando do time na reta final da fase classificatória do Campeonato Paulista. Ele lamenta os seguidos problemas de contusões e depois suspensões que atrapalharam para manter um mesmo grupo no Brasileiro.
“Isso atrapalha muito. Não é desculpa. Caso contrário eu acho que poderíamos ter um pouco de gordura na classificação. Clubes grandes como Atlético Mineiro, e Cruzeiro estiveram algumas rodadas na zona de rebaixamento e nós nunca fomos para lá” – exemplificou.
Mas vai ser um jogo duro. No primeiro turno, em Goiânia, o Atlético venceu por 3 a 0. Kleina, suspenso por três jogos devido a expulsão diante do Atlético Mineiro, vai ficar fora do banco de reservas. Seu substituto vai ser o auxiliar Juninho. Este já o substituiu no empate, por 2 a 2, com o São Paulo. O terceiro jogo de suspensão será diante da Chapecoense pela 25.ª rodada, em Santa Catarina.
SUPER-PROMOÇÃO DE INGRESSOS
A diretoria pede o apoio da torcida, uma vez que o jogo passou das 16 para as 21 horas. A mudança foi solicitada pela própria Ponte Preta com o objetivo de ganhar um tempo maior de recuperação. O time voltou só na quinta-feira de Recife (PE).
A expectativa é para apenas quatro mil torcedores. Na próxima quarta-feira, a Ponte joga de novo em casa, mas diante do Sport, precisando vencer por 2 a 0 para ir às quartas da Sul-Americana.





































































































































