Gil Baiano, discreto no Guarani e auge no Bragantino
Gil Baiano, discreto no Guarani e auge no Bragantino
Gil Baiano, discreto no Guarani e auge no Bragantino

Ainda na infância, Gildásio Pereira de Matos trocou a cidade natal de Tucano, interior da Bahia, por Campinas, identificado à época apenas como Baiano.
Quando aprovado em teste-peneira como lateral-direito do juvenil do Guarani, na década de 80, duas características chamavam atenção: transição rápida ao ataque e chute forte, porém sem direção.
Promovido ao profissional – já chamado de Gil Baiano -, ele pautava por atuações oscilantes e não se firmou como titular. Assim, em 1988 entrou num polêmico pacote de negociação feita por Guarani e Bragantino.
VITOR HUGO
Para receber o zagueiro Vitor Hugo, o Guarani cedeu, além de Gil Baiano, Júnior, João Batista (Bolinha), Rubinho, saudoso meia Zé Rubens, Marco Aurélio e Carlinhos. O Bugre liberou sete jogadores para receber apenas um.
Começava ali a aparecer o real futebol de Gil Baiano, que se encaixou perfeitamente no renomado time de Bragança Paulista, que dois anos depois conquistou o título inédito do Estado de São Paulo na final contra o Novorizontino, num time comandado por Vanderlei Luxemburgo e formado por Marcelo; Gil Baiano, Júnior, Carlos Augusto e Biro-Biro; Mauro Silva, Ivair e Mazinho; Tiba, Mário e João Santos.
SELEÇÃO BRASILEIRA
No ano seguinte, e com a mesma base, o Bragantino foi vice-campeão brasileiro já comandado pelo treinador Carlos Alberto Parreira, ocasião em que Paulo Roberto Falcão, que comandava a Seleção Brasileira, convocou o lateral. Todavia, foi suplantado na disputa direta com os concorrentes Jorginho, Cafu e Luiz Carlos Vinck.
No auge da carreira e se caracterizando com especialista em cobranças de faltas, inspirado em Nelinho do Cruzeiro, Gil Baiano foi contratado pelo Palmeiras e atuou na final do Campeonato Brasileiro, no título conquistado sobre o Vitória com resultado por 2 a 0, no Estádio do Morumbi em 1993.
Depois disso ele passou por Vitória (BA), Paraná Clube, Sporting de Lisboa (POR), Ituano, duas outras vezes no Bragantino, Comercial (RP) e XV de Piracicaba.
Quando se supunha que em 2002 havia encerrado a carreira, eis que quatro anos depois, aos 40 anos de idade, topou vestir a camisa do Ceilândia, do Distrito Federal.
Depois disso registro pelas experiências como auxiliar-técnico de Bragantino e Atibaia, e comando do sub20 do Comercial.





































































































































