Geninho fica na bronca com gol anulado do Avaí, mas Betão defende o VAR
Em entrevista coletiva, o técnico levantou muitos questionamentos sobre o VAR
O Avaí ficou na bronca com Rodolpho Toski Marques

Florianópolis, SC, 29 (AFI) – O Avaí ficou na bronca com Rodolpho Toski Marques. Na visão do clube, o árbitro errou ao anular o gol de Betão aos 19 minutos do segundo tempo, que evitaria a derrota por 2 a 1 para o Atlético-MG dentro da Arena Independência, em Belo Horizonte. Em entrevista coletiva, o técnico Geninho levantou muitos questionamentos sobre o VAR na estreia do Campeonato Brasileiro.
“Meu questionamento em relação ao juiz é que em nenhum momento ele foi consultar o vídeo. Não foi ele quem decidiu. Ele deveria, até por bom senso. Se foi impedimento no nosso gol, se houve falta no nosso lance, se a bola pegou na mão. O VAR foi feito para tirar todas as dúvidas e saímos com muitas dúvidas”, reclamou o treinador.
O gol invalidado saiu de um cruzamento da direita. Betão, praticamente na linha da pequena área, se joga na bola e empurra para o gol. O lance é um prato cheio para o VAR. Primeiro em uma suposta falta de Leonardo Silva nas costas do zagueiro do Avaí. No lance em velocidade normal parece que o jogador fez a carga no adversário. Depois, na decisão que anulou o gol, um suposto toque de mão do jogador catarinense, mas nesse caso é bem mais duvidoso.
Betão, com 35 anos, é um dos jogadores mais experientes do elenco do Avaí. Na saída de campo ele preferiu não atacar o árbitro de vídeo. Para ele, erros e acertos ainda vão acontecer:
“Não bateu no meu braço, se bateu, eu não senti. Pegou na minha coxa. E não vou me alongar, muitos erros vão acontecer, é uma coisa nova, de repente a culpa não é do árbitro. Jogadores têm que ter essa consciência, erros e acertos vão acontecer. Acertaram e erraram contra a gente”, disse em entrevista à Rádio CBN/Diário de Florianópolis.





































































































































