Geninho elogia desempenho do Avaí, mas pede reforços para o Brasileirão
O artilheiro do Avaí na temporada é Daniel Amorim, com nove bolas na rede em 13 jogos
Mesmo com a campanha regular no início da temporada, Geninho acredita que o Avaí ainda precisa de alguns reforços pontuais para disputar o Campeonato Brasileiro
Florianópolis, SC, 19 (AFI) – Mesmo com a campanha regular no início da temporada, Geninho acredita que o Avaí ainda precisa de alguns reforços pontuais para disputar o Campeonato Brasileiro. Após o empate com o Figueirense em 0 a 0 no clássico de Santa Catarina, o treinador pediu mais dois atacantes ‘agudos’ que ‘façam gols’.
Atualmente o clube tem o melhor ataque do Campeonato Catarinense, com 21 gols marcados em 13 jogos, média de 1,6 por partida.

“Temos que achar mais um ou dois jogadores que façam gols, que sejam agudos. Não podemos depender só do Daniel, Getúlio, João. E se eles machucam. Temos garotos. O Jones vem em sequência de lesão, Brizuela se adaptando.
O Caio tem muita força, mas ainda não tem ‘know how’ para resolver. Temos dificuldades na frente. Precisamos de dois para vestir a camisa e para serem titulares. Sei que é difícil, são jogadores caros, estamos indo atrás”.
O artilheiro do Avaí na temporada é Daniel Amorim, com nove bolas na rede em 13 jogos. Recentemente o clube tentou o acerto com Bergson, do Athletico-PR, mas a negociação acabou melando. A diretoria também analisa nomes no mercado sul-americano. O volante colombiano Jonny Mosquera, por exemplo, rescindiu com o América de Cali e deve se apresentar em Florianópolis ainda nesta semana para assinar contrato.
ELOGIOS AOS JOGADORES
Ao analisar as atuações do Avaí, Geninho elogiou os seus comandados, mas manteve os pés no chão. O treinador acredita que o desempenho do clube vem melhorando, mas ainda está longe do ideal para disputar o Campeonato Brasileiro, principalmente competição da temporada.
“Quando eu jogo com aquele time que é o principal, temos feito bons jogos. Contra qualquer adversário. Como contra o Vasco, fomos elogiados pela crônica esportiva inteira. Mas aquele time. E eu preciso de peças de reposição.
Nem sempre teremos os titulares sempre bem. Precisamos ter um tão bom ou até melhor para colocar. Já sei quem eu tenho, quem eu posso contar, quem pode me dar. Os garotos também, quem está pronto ou não. O Catarinense é diferente da Série A”.





































































































































