Galdezani assume responsabilidade no Coritiba e diz que vencer clássico é “obrigação”
Jogador não falou em favoritismo, mas disse que o Coxa tem a obrigação de vencer, principalmente por jogar em casa
O bom início de Campeonato Brasileiro faz o Coritiba sonhar alto. Mas antes de começar a pensar em Libertadores ou até mesmo em título, o Coxa se prepara para o duelo contra o Atlé
Curitiba, PR, 30 (AFI) – O bom início de Campeonato Brasileiro faz o Coritiba sonhar alto. Mas antes de começar a pensar em Libertadores ou até mesmo em título, o Coxa se prepara para o duelo contra o Atlético-PR, no próximo sábado, pela 4ª rodada. Sem falar em favoritismo, o volante Matheus Galdezani disse que o time do Alto da Glória tem a “obrigação de vencer”.
“É difícil falar em favoritismo no Atletiba. Nosso time está vindo de um momento bom e a gente está jogando dentro de casa. É obrigação ganhar. Independente de eles estarem jogando Libertadores, a nossa obrigação é ganhar dentro de casa”, disse o jogador em entrevista coletiva nesta terça-feira.
A “obrigação” citada por Galdezani faz sentido. O Coxa venceu dois jogos, contra Atlético-GO e Vitória, e perdeu para o Santos, fora de casa, mas apresentou um bom futebol, e desperdiçou a chance de empatar no final, quando Alecsandro perdeu um pênalti.
Por outro lado, o Atlético-PR faz uma campanha ruim. Em três jogos, o Furacão soma apenas um ponto e é o penúltimo colocado. Além disso, o time trocou de técnico recentemente, já que Paulo Autuori virou diretor de futebol e deu lugar a Eduardo Baptista.
VENCER NO COUTO
Com a semana cheia para se preparar, o Coritiba aposta no fator casa para ir longe na atual temporada. Depois do clássico, o Coxa terá pela frente o Palmeiras novamente no Couto Pereira, e depois viaja para enfrentar o Botafogo. Na sequência, recebe Bahia e Corinthians em Curitiba.
“A gente vem em uma crescente. Este ano o Coritiba espera ir melhor do que no ano passado, e tenho certeza que, da forma como estamos jogando, vamos conseguir nossos objetivos. É continuar da forma que está, com os pés no chão, porque não tem que ter uma responsabilidade grande”, finalizou.





































































































































