Carrasco do Brasil, ex-Coritiba brinca sobre gol de mão em 2016: 'Hoje tem o VAR'

Ruidíaz ficou marcado pelo gol com a mão que eliminou a Seleção Brasileira da Copa América Centenário, três anos atrás

por Agência Estado

Rio de Janeiro, RJ, 04 (AFI) - O atacante peruano Rául Ruidíaz ficou conhecido no Brasil por ter jogado no Coritiba, entre os anos de 2012 e 2014, e por ter feito um gol de mão na vitória de sua seleção sobre a brasileira por 1 a 0, em 2016, nos Estados Unidos, que culminou com a eliminação da equipe comandada pelo técnico Dunga ainda na fase de grupos da Copa América Centenário - dias depois, o treinador foi demitido pela CBF e Tite assumiu o comando em seu lugar.

Nesta quinta-feira, o jogador brincou sobre o fato de não poder mais repetir o que fez há três anos na final da Copa América entre Brasil e Peru, neste domingo, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

"Agora tem o VAR, né?", disse, sorrindo, em entrevista coletiva após o treinamento realizado pela seleção peruana ainda em Porto Alegre, onde no dia anterior ganhou do Chile por 3 a 0, pela semifinal na Arena do Grêmio.

DIFÍCIL DE ACREDITAR
Pouco mais de 12 horas depois de conseguir o feito de levar o Peru de volta a uma final de Copa América desde 1975, Ruidíaz revelou que a "ficha ainda não caiu" entre os jogadores.

"Ainda não acredito. Estamos a um passo de poder dar uma enorme alegria a nossas famílias e a todo país. Vamos trabalhar para que possamos fazer isso (ganhar a competição)", afirmou.

O atacante, que marcou um gol nesta Copa América na vitória sobre a Bolívia por 3 a 1, ressaltou que a seleção peruana aprendeu com os erros cometidos na goleada sofrida para o Brasil por 5 a 0, em São Paulo, na última partida pela fase de grupos.

"Desde a partida contra o Uruguai estamos mostrando garra, humildade e somos muito solidários dentro de campo. Vamos deixar tudo no campo, assim como foi no jogo contra o Chile", comentou.

"Estamos a um passo do título e vamos trabalhar para isso. O Brasil é favorito e tem uma equipe excelente. Mas, apesar disso, nós devemos nos preocupar com o que podemos mostrar em campo".