Futebol do Guarani ‘deu pro gasto’ na vitória sobre Sampaio Correa

Time fez o suficiente para vencer por 2 a 0, em Campinas

Futebol do Guarani ‘deu pro gasto’ na vitória sobre Sampaio Correa

O rendimento do Guarani na vitória por 2 a 0 sobre o Sampaio Correa pode ser caracterizado como ‘deu pro gasto’.

Se neste período de ajuste com reposição de ‘peças’ o que vale é somatória de pontos contra equipes tecnicamente inferiores, o Guarani cumpriu a sua obrigação na tarde-noite deste sábado, em Campinas, pela Série B do Campeonato Brasileiro.

Daí a assegurar que foi uma partida que teria deixado perspectivas otimistas ao torcedor bugrino, não seria verdade.

Todavia, novos jogadores estão chegando e o ideal é o aprimoramento da equipe num ambiente de tranquilidade e confiança.

Foi um jogo truncado, ‘festival’ de passes errados, raros fluxos de jogadas corretas de ambos os lados, e goleiros pouco exigidos.

EXPULSÃO

Melhor para o Guarani que o Sampaio Correa ficou com dez jogadores antes do quinto minuto do segundo tempo, com a justa expulsão do lateral-esquerdo Caíque, após dura entrada sobre o lateral-direito bugrino Lenon. Na ocasião, o segundo amarelo resultou no vermelho.

Exatamente com mais espaços para jogar é que o Guarani deveria ter imposto ao adversário um ritmo mais forte para liquidar de vez a partida. No entanto preferiu administrá-la, provavelmente com percepção de que não seria ameaçado.

O time maranhense colocou em prática forte marcação, principalmente sobre Bruno Nazário, e com isso minou a criatividade do time bugrino, visto que o meia Rondinelly não repetiu atuações anteriores.

Assim, durante o primeiro tempo, o Guarani ameaçou apenas em dois lances, ambos através do meio-campista Denner.

Primeiro quando ajeitou a bola para o chute rasteiro, que chocou-se contra o poste esquerdo. Depois no lance do gol, quando furou na primeira tentativa, mas se redimiu na segunda, colocando a bola na rede aos 48 minutos.

GUILHERME

No segundo tempo, o marasmo do time bugrino só foi modificado quando o treinador Umberto Louzer apostou em sangue novo.

E foi em jogada pessoal de Guilherme – que havia substituído o meia Rondinelly – que o torcedor bugrino se tranquilizou de vez aos 44 minutos, num golaço com a canhota, após escapar da marcação de dois adversários.