Futebol da Ponte provoca desalento; volante Jonas joga no Flamengo
Time flamenguista vence Corinthians por 1 a 0, no Rio
Futebol da Ponte provoca desalento; volante Jonas joga no Flamengo
Cotidianamente o pontepretano tem feito críticas duras aos dirigentes de seu clube pela montagem de equipes bem aquém das tradições.
Tempo vai, tempo vem, e o pontepretano esmoreceu, a exemplo do bugrino. Ele já nem liga mais pra discutir a situação de seu time, com predominância do marasmo.
Time que não cria, e o pouco que cria não converte.
Como irremediavelmente a defesa ‘confessa’, raramente a Ponte passa partida sem sofrer gols.
É compreensível, portanto, o desalento do pontepretano. Há tempos ele clama por dirigentes com domínio sobre o futebol, para não se deixar enganar em contratações equivocadas.

JONAS
Gente, quando vi o volante Jonas pegar na bola com a camisa do Flamengo, diante do Corinthians, torci o nariz literalmente.
Pior é que ele não se põe no seu devido lugar. Quis chutar contra o gol adversário, desconsiderando que não sabe bater na bola. E fez coisa horrorosa no lance.
Pobreza do futebol de Jonas e pobreza de dirigentes sem domínio sobre a modalidade provocam essas coisas.
Vimos Jonas na Ponte Preta há dois anos e não havia como contestar analistas do futebol que o criticavam duramente pelo formato tosco e de sucessivos erros de passes.
A diferença, hoje, é que já não abusa de violência. No mais, é aquele típico jogador de Série C numa das mais premiadas camisas do futebol brasileiro.
AMONTOADO
O lema do futebol moderno é compactação das equipes, com aproximação cada vez maior dos jogadores, para se evitar erros de passes e melhorar a marcação.
Nesse burocrático futebol, a ordem é marcar atrás da linha da bola, com o maior número possível de jogadores, e os espaços para criação ficam encurtados.
Na vitória do Flamengo sobre o Corinthians por 1 a 0, na tarde deste domingo no Estádio do Maracanã, apenas as penetrações e lucidez nas jogadas do meia Diego fizeram lembrar o futebol praticado décadas passadas.
No mais, prevalecimento do sistema de marcação, contrastando com o passado, quando havia espaçamento maior dos jogadores em campo, sistemática virada de jogo, e passes que encontravam o companheiro de equipe no setor descongestionado.
Essa compactação coloca em discussão se o futebol evoluiu ou involuiu.
O ideal seria compactação aplicada defensivamente. Pra atacar, o espaçamento dos jogadores resulta em fluidez, desde que as equipes tenham atletas que pensam o jogo e saibam pegar bem na bola.





































































































































