Futebol covarde do Guarani foi castigado contra a mais fraca equipe da Série B
Futebol covarde do Guarani foi castigado contra a mais fraca equipe da Série B
Guarani E Vila Nova empatam por 1 a 1
Alô torcedor bugrino: só um desastre incalculável provoca mudança do cenário na zona da degola desta Série B do Campeonato Brasileiro, e o seu time certamente está fora do perigo com o empate por 1 a 1 diante do Vila Nova, na noite desta quarta-feira, em Goiânia.

Quem tem o mínimo discernimento de futebol concorda em avaliação antecipada que era jogo doce de coco pra vitória tranquila do Guarani, seguramente contra o mais fraco participante da competição.
Aí você coloca na conta do novato treinador Thiago Carpini estratégia totalmente equivocada de valorizar o adversário antes mesmo da saída de Campinas, e ratificada na entrevista pós-jogo à Rádio Bandeirantes-Campinas, quando, absurdamente, citou que “é difícil enfrentar o Vila Nova em Goiânia”.
Esse discurso de que o empate não é resultado desprezível foi incutido na boleirada, transportado ao gramado, principalmente depois que o Guarani achou o gol aos 16 minutos do primeiro tempo, quando imprudentemente o volante Joseph, do Vila Nova, cometeu pênalti desnecessário sobre o bugrino Marcelo, em cobrança convertida pelo atacante Diego Cardoso.
ADMINISTRAR VANTAGEM
Depois disso o Guarani abdicou de jogar. Só teve preocupação em administrar a vantagem, desconsiderando que conta com mais recursos comparativamente ao adversário, para se impor em campo, explorar falhas e ampliar o placar.
Optar por se defender contra um adversário que só tinha alguma imaginação com incursões do meia-atacante Tinga, pelo lado direito, foi erro crasso. Logo, não cabe justificativa de Carpini que ao enfrentar equipe na linha da sobrevivência é mais difícil.
E as jogadas iniciadas por Tinga carenciam de continuidade por deficiência técnica de seus companheiros, até que aos 47 minutos do primeiro tempo ele deixou o gramado lesionado, o que teoricamente implicaria em risco zero para o Guarani.
Reconhece-se, por justiça, o trabalho de Carpini na recuperação do Guarani na competição, mas em Goiânia pagou pelo noviciado.
Qualquer treinador mais rodado ordenaria ao time bugrino avançar as linhas e jogar em cima dos lentos zagueiros Diego Jussani e Wesley Matos – este pendurado -, visando ampliar a vantagem e trazer a Campinas os três pontos projetos racionalmente.
Nada disso. Inadmissível a covardia do time bugrino ao aceitar maior volume de jogo do adversário, e sem conseguir encaixar contra-ataque.
JEFERSON EMPATOU
Apesar da pobreza técnica do Vila Nova, a bola passou a rondar a área bugrina com frequência a partir dos 30 minutos do segundo tempo, e num dos lances o lateral-esquerdo Thalyson, em recuo bisonho de bola quase marcou contra, não fosse precisa defesa do goleiro Jefferson Paulino.
Todavia, prevaleceu o dito que água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. Pois o zagueiro Jussani, do Vila, trombou na área bugrina com marcador, e a bola, espirrada, sobrou para o lateral-direito Jeferson, que empatou aos 40 minutos.
Registre-se que o Guarani não exigiu uma defesa sequer do goleiro Rafael Santos e praticamente não rondou a área do Vila Nova, o que prova a pobreza técnica da equipe.





































































































































