Fluminense detona arbitragem após derrota no Fla-Flu: 'Erros claros'
Clube das Laranjeiras divulgou uma nota oficial para criticar a atuação do árbitro Rafael Rodrigo Klein no clássico carioca
Fluminense aponta erros de arbitragem no Fla-Flu e destaca entrada dura de Erick Pulgar sobre Rodrigo Castillo
Rio de Janeiro, RJ, 12 (AFI) – O Fluminense saiu de campo com a cabeça quente após o clássico diante do Flamengo, que terminou com vitória rubro-negra por 1 a 0 no Maracanã, pela 30ª rodada do Brasileirão.
O presidente tricolor, Mattheus Montenegro, não poupou críticas à arbitragem, mostrando insatisfação principalmente com a atuação do árbitro Rafael Rodrigo Klein.
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EITA
O dirigente destacou uma entrada dura do volante Erick Pulgar sobre o centroavante Rodrigo Castillo no primeiro tempo.
Além do lance envolvendo o chileno, Montenegro reclamou de dois lances duvidosos na área do Flamengo durante a etapa final, cobrando punições mais rigorosas e marcação de pênaltis a favor do Flu. O clube das Laranjeiras soltou uma nota oficial para criticar a arbitragem.
MAIS DETALHES
Montenegro falou abertamente sobre sua indignação com a arbitragem. “Para ficar claro: a arbitragem foi um lixo. Eu vi o joelho do Castillo, está com a marca da trava da chuteira. Eu pergunto: cadê o VAR? Estava dormindo?”, disparou, questionando também o trabalho do VAR, comandado por Daniel Nobre Bins.
No principal lance do primeiro tempo, Pulgar atingiu o joelho de Castillo, que precisou de atendimento médico após sofrer um corte. Apesar do lance, o árbitro manteve apenas o cartão amarelo para o volante chileno, e o VAR não recomendou revisão do lance no monitor.
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NOTA OFICIAL
“O Fluminense FC lamenta que, mais uma vez, o maior clássico do Brasil tenha sido manchado por erros claros de arbitragem.
Ainda no primeiro tempo, o atleta Erick Pulgar, do Flamengo, atingiu o joelho do atacante Rodrigo Castillo com a sola da chuteira, numa entrada violenta que colocou em risco a integridade física do jogador tricolor.
O árbitro Rafael Klein, bem posicionado para avaliar a jogada, optou por não aplicar o cartão vermelho que a regra determina. Mais grave ainda foi a omissão do VAR, comandado por Daniel Nobre Bins, que dispunha de todos os recursos para corrigir o erro e preferiu se calar.
A tolerância com esse tipo de conduta é um incentivo à deslealdade e uma ameaça a quem está em campo. Zelar pela integridade de quem joga é o mínimo que se espera de quem tem a responsabilidade de aplicar as regras.
E como se um erro claro não fosse o suficiente, o árbitro ainda ignorou dois pênaltis a favor do Fluminense. Um de Alex Sandro em Savarino e outro de Léo Ortiz em Castillo.
Não aplicar as regras implica em mudar a dinâmica de uma partida e, consequentemente, influenciar seu resultado. E isso não podemos permitir.”





































































































































