Fluminense 1 x 1 São Paulo - Tricolor Paulista não segura pressão e leva empate no fim
Éder Militão abriu o placar para time paulista ainda no primeiro tempo, mas acabou levando o empate nos acréscimos da segunda etapa
Éder Militão abriu o placar para time paulista ainda no primeiro tempo, mas acabou levando o empate nos acréscimos da segunda etapa

Rio de Janeiro, RJ, 29 (AFI) – Na tarde desse domingo, o São Paulo perdeu a chance de vencer a primeira partida fora de casa no Campeonato Brasileiro da Série A. Jogando no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, o time tricolor visitou e ficou no empate com o Fluminense, pelo placar de 1 a 1. A equipe paulista ficou boa parte da partida na frente do placar, mas não resistiu a pressão adversária e sofreu o empate nos acréscimos do segundo tempo.
Com o resultado, o São Paulo continua no G6 – com cinco pontos ganhos. Em três jogos são dois empates e uma derrota. Já o Fluminense vem logo atrás, em novo, com quatro pontos.
PRIMEIRO TEMPO
No papel, Fluminense e São Paulo utilizaram formações táticas semelhantes, com três zagueiros. A diferença no lado são-paulino foi que o técnico uruguaio Diego Aguirre orientou o time a alternar o 3-5-2 com um 4-3-3. Sem a bola, Militão recuava e compunha o trio com Arboleda e Bruno Alves. Quando a equipe recuperava a posse, ele abria para jogar como lateral-direito e empurrava Régis para a ponta.
Já no Fluminense, faltava quem fizesse a bola chegar a Pedro e Marcos Júnior. O equatoriano Sornoza, sozinho, não dava conta. Assim, a partida teve 20 minutos de muita marcação e quase nenhuma oportunidade de gol.
Se por baixo estava difícil, os times passaram a apostar no jogo aéreo. E o São Paulo se deu melhor. Aos 22 minutos, após escanteio batido por Nenê, Bruno Alves cabeceou no travessão. A bola voltou nos pés de Diego Souza, que chutou para defesa milagrosa do goleiro Júlio César. Este desviou com a ponta dos dedos e, mais uma vez, a bola bateu no travessão e voltou para o meio da área. Militão foi mais rápido do que os zagueiros do Fluminense, mergulhou de cabeça e mandou para o fundo das redes.
SEGUNDO TEMPO
Na volta do intervalo, Abel Braga retornou já com uma alteração: tirou o zagueiro Frazan e colocou o atacante Matheus Alessandro. Assim, trocou o 3-5-2 pelo mesmo 4-3-3 do rival. A partida ficou muito nervosa. Em menos de 10 minutos saíram três cartões amarelos: Nenê e Sornoza, por reclamação, e Liziero, após cometer falta. Cada entrada mais forte era motivo para que um bolo de jogadores se formasse ao redor do árbitro paranaense Rodolpho Toski Marques.
A partir dos 32 minutos, as traves passaram a “trabalhar”. Primeiro, Léo mandou uma paulada de muito longe que explodiu na trave direita de Sidão. Três minutos depois foi a vez de Marcos Guilherme, que entrara no lugar de Régis, cruzar para Tréllez completar com a perna direita no travessão de Júlio César. No contra-ataque, Robinho finalizou rasteiro e acertou a trave de Sidão novamente.
Aos 43 minutos, porém, nem os postes, Sidão ou Arboleda, que subiu com Pedro no cruzamento de Robinho, foram capazes de impedir o camisa 9 de cabecear no ângulo do goleiro são-paulino e empatar a partida no Maracanã. Placar final: 1 a 1.

PRÓXIMOS JOGOS
Os dois times já voltam a campo no próximo final de semana, para a disputa da quarta rodada do Brasileirão. No sábado, o São Paulo recebe o Atlético-MG, no Estádio do Morumbi, às 19h. Já no domingo, o Fluminense viaja até Salvador, para enfrentar o Vitória, às 16h, no Estádio Barradão.





































































































































