Flamengo ressuscita a expressão 'barba e cabelo' no futebol
Flamengo ressuscita a expressão 'barba e cabelo' no futebol
Flamengo ressuscita a expressão 'barba e cabelo' no futebol
Filósofos de botequins e sábios no anonimato ou não inventarem expressões que se aplicam cotidianamente no futebol.
Clássico é ‘briga de cachorro grande’. Ouve-se com frequência bordões do tipo ‘chutar o pau da barraca’, ‘entrar com a corda no pescoço’, ‘hora da onça beber água’ e ‘tirar a barriga da miséria’.
No entanto, estes 23 e 24 de novembro ficarão eternamente marcados como dias que o Flamengo fez ‘barba e cabelo’.
Se a torcida rubro-negra invadiu as ruas do Rio de Janeiro para festejar a conquista da Libertadores, claro que teria que prolongar a comemoração ao caiu no colo o título do Campeonato Brasileiro, com benefício da vitória do Grêmio sobre o Palmeiras por 2 a 1.
Bordão ‘barba e cabelo’ nos remete aos tempos em que havia partidas preliminares nos campeonatos, com equipes das categorias de base.
Quando amadores e profissionais venciam conjuntamente dizia-se que o clube havia feito barba e cabelo.
OLHA O JORGINHO AÍ

Inadvertidamente dirigentes da Ponte Preta mandaram embora o treinador Jorginho, que fazia campanha razoável no comando da equipe nesta Série B do Campeonato Brasileiro.
Aí veio Gilson Kleina para sucedê-lo, acumula dez partidas sem vencer, e ainda é prestigiado pelos dirigentes.
Qual o critério de avaliação?
Justificar que a direção do clube era composta por outras pessoas não convence, até porque o coordenador de futebol é o mesmo: Gustavo Bueno.
Claro que Jorginho não iria modificar tecnicamente um time com limitações como o do Coritiba, mas bastou acabar com a bagunça de noitada da boleirada, e trabalhar para recondicioná-la fisicamente para que o rumo fosse outro.
Assim, aos trancos e barrancos o Coritiba conseguiu se impor em campo, como na vitória suada sobre o Bragantino por 1 a 0, na capital paranaense, na tarde deste domingo.
Pois agora o Coritiba só depende de um empate diante do Vitória na rodada final, para responder ao torcedor que exibiu faixa na arquibancada do Estádio Couto Pereira: ‘primeira divisão é obrigação’.
ATLÉTICO GOIANIENSE
As incertezas desta Série B não permitem citar que o Atlético Goianiense já é carta fora do baralho para acesso.
Claro que ficou difícil. Terá que vencer o Sport, em Goiânia, e torcer por uma das duas combinações de resultados: empate ou derrota do América quando recepcionar o São Bento e derrota do Coritiba diante do Vitória.





































































































































