Flamengo lembra o grande Santos; Grêmio o amargo gosto dos 7 a 1 dos alemães
Flamengo lembra o grande Santos; Grêmio o amargo gosto dos 7 a 1 dos alemães
Flamengo lembra o grande Santos; Grêmio o amargo gosto dos 7 a 1 dos alemães
O Flamengo reviveu o Santos da década de 60 com a histórica goleada por 5 a 0 sobre o Grêmio, pela semifinal da Libertadores, no Estádio do Maracanã, na noite desta quarta-feira.
Com o elástico placar consolidado já aos 25 minutos do segundo tempo, que venha o River Plate na final da competição, em novembro, no Chile.
O Grêmio sentiu aquele gosto amargo dos 7 a 1 sofrido pela Seleção Brasileira contra os alemães, na Copa do Mundo de 2014.

Eis a questão que se coloca: atacante Bruno Henrique, do Flamengo, já supera Neymar, ou pela projeção natural a tendência é que possa superá-lo a médio prazo?
SEM COMPARAÇÃO
A bem do futebol, seria até desproporcional detalhamento de falhas e hesitações de gremistas nos gols sofridos, como o goleiro Paulo Victor, Paulo Miranda, Geromel, Kannemann, Matheus Henrique e Bruno Cortez.
De uma forma ou de outra, o Flamengo iria impor a sua superioridade e mostraria ao planeta o resgate do genuíno futebol brasileiro de que a melhor defesa é o ataque, mesmo com placar garantido. Isso temperado à marcação alta da defesa, variação de jogadas e ensaio nas bolas paradas ofensivas.
OS GOLS
Inaceitável o experiente treinador gremista Renato Gaúcho apostar no gelado e praticamente imóvel centroavante André num jogo decisivo. Pode-se dizer que a equipe entrou em campo com dez jogadores.
O Grêmio ofereceu resistência até os 41 minutos do primeiro tempo, quando teve chance isolada em má finalização do meio-campista Maicon.
Aí, com a sua defesa desguarnecida, Kannemann perdeu o tempo de bola para acompanhar a velocidade de Gabigol e, na finalização, o rebote de Paulo Victor em bola defensável permitiu que Bruno Henrique concluísse com sucesso.
DETONOU EM 30 SEGUNDOS
O Flamengo começou a detonar o adversário com 30 segundos do segundo tempo, quando Cortez ficou marcando a própria sombra e Gabigol acertou aquele ‘balaço’ após rebote defensivo: 2 a 0.
Depois pênalti do precipitado Geromel e convertido por Gabigol.
No complemento, dois gols de cabeça de zagueiros, em jogadas ensaiadas de bola parada: Pablo Marí e Rodrigo Caio, respectivamente.
RENATO GAÚCHO
Aí, imagens da TV Globo flagraram a fisionomia de Renato Gaúcho ao olhar para o vazio, como não acreditar naquilo que via.
Ele, prepotente por natureza, teve que engolir seco o tremendo massacre do adversário.
Isso, é claro, não desmerece em nada a sua competência já demonstrada.
Já o português Jorge Jesus, que deixou o campo com o hábito de mascar, ouviu cerca de 90% daqueles quase 70 mil torcedores no estádio gritarem o seu nome.





































































































































