Flamengo e Liverpool prometem recomendável duelo tático
Decisão do Mundial de Clubes será neste sábado
Flamengo e Liverpool prometem recomendável duelo tático
Parece não ser a ‘praia’ dos parceiros uma boa discussão tática de equipes de futebol, pois são raros aqueles que dissertam sobre engredientes propostos por treinador para surpreender o oponente.
Eis aí, portanto, um bom motivo pra se assistir à final do Mundial de Clubes com a devida atenção, na tarde deste sábado no Catar, com os protagonistas Flamengo e Liverpool.
Bajulações ao time do Flamengo à parte, está claro que seus boleiros precisam se adaptar às circunstâncias quando o adversário é sul-americano e europeu.
Por sinal, jogador brasileiro custa a entender a necessidade de ir ao encontro da bola quando é acionado para receber o passe, como forma de evitar o adversário no ‘cangote’, pronto para desarmá-lo.
Pois quando enfrentam outras escolas de futebol, Gabigol, Bruno Henrique e Arrascaeta não fogem à regra. Ficam a espera da chegada da bola, e assim possibilitam antecipação e desarme do marcador.

Teria o treinador flamenguista Jorge Jesus (foto) corrigido esse defeito, visando mais eficiência desse trio habilidoso?
DIEGO E GERSON
Embora o meia Diego tenha dinamizado o meio de campo flamenguista contra o Al Hilal, é claro que o volante Gerson, ‘acordado’, dá mais fôlego na marcação, algo imprescindível neste sábado.
Não estranhem se o Flamengo adotar postura mais defensiva, sem que isso signifique retranca.
É sabido que se o Liverpool encontrar espaços para colocar em prática a sua filosofia essencialmente vertical, sabe explorá-la.
Seus jogadores rodam a bola com rapidez e descobrem espaços inimagináveis para executar o passe nas costas de laterais e zagueiros. Assim são criadas reais situações de gol.
ARÃO
Logo, se habitualmente na saída de bola da defesa do Flamengo o volante Willian Arão se transforma num terceiro zagueiro, não estranhem se na maioria das vezes ele adotar esse comportamento neste jogo, de forma que a malha de marcação defensiva se estenda para cinco jogadores.
Seja como for, eis aí o jogo recomendável do ano. E que além das estratégias dos treinadores se possa constatar individualidades.





































































































































