FI no Pleno: Presidente do Duque respira aliviado depois de absolvição

O time corria o risco de perder nove pontos, na ocasião, caso fosse condenado

A situação está complicada, mas nesta quinta-feira, o Duque de Caxias ganhou um ânimo a mais na briga pela permanência no Campeonato Brasileiro da Série C.

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Duque de Caxias, RJ, 19 (AFI) – A situação está complicada, mas nesta quinta-feira, o Duque de Caxias ganhou um ânimo a mais na briga pela permanência no Campeonato Brasileiro da Série C. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) julgou e absolveu o Tricolor de ter escalado um jogador irregular na competição. Os auditores entenderam que o erro foi da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que deletou o contrato do atacante Rafinha.

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O erro foi confirmado pela própria entidade, que culpou um defeito no banco de dados. A decisão à favor da absolvição do Duque foi unânime e agradou o presidente do clube, Luis Carlos Martins, o Pinga. O mandatário afirmou que a absolvição tirou um peso das costas de todos os envolvidos com o clube fluminense.

“Estamos bastante aliviados. Agora é com a gente. Precisamos fazer o nosso trabalho, ganhar os pontos, para sair dessa situação incômoda. Essa insegurança que nós tínhamos, afeta todo mundo. A partir de agora, temos uma tranquilidade maior e podemos sonhar com melhores dias”, explicou o presidente.

O mandatário também deu dicas sobre o planejamento do Duque de Caxias na sequência da competição. “Em princípio não estamos pensando em contratações, mas vai depender do jogo deste sábado. Depois dessa partida, vamos nos reunir e estudar novos nomes”, concluiu.

O Portal FI acompanhou de perto os julgamentos desta quinta-feira, no STJD, com o enviado especial Wellington Campos. Nesta tarde forão julgados os casos de Duque de Caxias e Betim no Campeonato Brasileiro da Série C.

Entenda o caso!
O Duque de Caxias foi julgado e absolvido, em primeira instância, pelo STJD, por quatro votos a favor e um contra no dia 16 de agosto da acusação de ter escalado o atacante Rafinha. O time corria o risco de perder nove pontos, na ocasião, caso fosse condenado.

O clube foi absolvido depois da defesa do clube conseguir comprovar, através de um documento, que houve um erro na CBF ao não liberar o nome do jogador no BID (Boletim Informativo Diário). A entidade máxima do futebol brasileiro admitiu a besteira e livrou o time carioca.

De acordo com a Procuradoria do STJD, o Duque de Caxias escalou o meia Rafinha, na terceira e quarta rodada da Série C de maneira irregular. Segundo a denúncia, o jogador tinha contrato válido até o dia 23 de abril e depois desta data não teve seu nome publicado no BID (Boletim Informativo Diário) para ter condições de jogo. O Duque, no entanto, apresentou uma cópia no contrato renovado com o jogador em 2010, com extensão de cinco anos, que consta no Bira (Boletim Informativo de Registro de Atletas) da Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj).