Feliz páscoa, expressão de formalidade na atual conjuntura
Feliz páscoa, expressão de formalidade na atual conjuntura
Feliz páscoa, expressão de formalidade na atual conjuntura
Minha formação paternal impede que seja formalista.
Exemplo: desejar feliz páscoa ao próximo, quando na prática se clama apenas por menos tensão.
Pressupõe-se nesta data encontro familiar para reflexão, oração, confraternização, etc., etc.
Pois essa peste que varre o planeta dissociou temporariamente as famílias até de mesma localidade.
A quarentena ditatorial ou não implicou em que mãe esteja distante de filho, genro de sogra e irmãos se dividem cada qual nos seus respectivos cantos.
Logo, aquele abraço caloroso e sincero, aquelas discussões por vezes até exacerbadas, oração do ‘pai nosso’ feita conjuntamente foram riscados do calendário de páscoa deste ano.
CHOCOLATES

Impropício ambiente desestimulou até corriqueiras trocas de chocolates.
Visita a mercados só para o básico, e ainda assim acatadas as observações para se evitar aglomerações. Casas do gênero, igualmente.
Por tudo isso e muito mais, seria gesto de mera formalidade desejar feliz páscoa às pessoas.
De mais a mais, outrora fazia parte do script se desejar exclusivamente ‘feliz natal’, em referência a datas comemorativas.
LUZ
E o feliz em questão sempre foi plenamente justificado. Faz alusão à luz, referência ao nascimento do criador.
De uns tempos a essa parte, para impulso comercial, vulgarizaram a expressão feliz estendendo-a à páscoa e outras datas festivas.
Seria admissível o ‘feliz páscoa’ se o mundo não estivesse neste clima de guerra silenciosa, quando se clama resumidamente por paz, substantivo feminino que difere de felicidade.
Na data significativa à ressurreição do ‘filho do homem’, que reflitamos como ser uma pessoa um pouco melhor, mais justa e sensata.
É isso aí.





































































































































